O mundo precisa pescar em Barcelos (por Roberto Caminha Filho)
São demais os perigos desta vida pra quem tem paixão, principalmente, pelo Brasil.
O “Soneto do Corifeu” é um atentado ao nosso bom senso, nesse tempo de amor profundo pela nossa terrinha.
Eita aula de Simancol nos deram pela televisão os homens escolhidos para zelar ou lezar a nossa Constituição.
Juro que aprendi.
Aprendi tanto, que vou falar e pedir que venham todos, atrás da beleza e da felicidade.
Quero lançar o anzol em águas limpinhas de ódio e escuras apenas pela produção invejável de ácido húmico feito pela natureza e ensinado desde o primário.
Por isso, faço um convite ao Brasil e ao mundo: venham pescar em Barcelos, no Amazonas.
Barcelos está a 405 quilômetros de Manaus, na margem direita do rio Negro.
Mas não se deve medir essa viagem apenas em quilômetros.
Entre Manaus e Barcelos existe uma travessia para o outro lado da Disneyworld.
Em Barcelos, é o Curupira que manda na natureza e em tudo que te cercará.
O grande artista, o Charlton Heston desse espetáculo, é o tucunaré-açu.
Ele não pede licença para entrar em cena.
Ataca a isca, explode na superfície, se contorce como a BÜNDCHEN nas passarelas e transforma o pescador mais experiente numa criança empolgada e feliz.
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