sexta-feira, 9 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Astronautas da missão Crew-12 retornam à Terra após oito meses na ISS› Anthropic lança painel de controle e ferramentas de animação para Claude› Hackers ligados à China davam acesso a e-mails roubados, segundo FBI› O que tá rolando hoje: Luto na ciência e um ChatGPT que cria mapas› Processo contra McDonald's nos EUA por precificação baseada em IA levanta novas questões› USA Today processa OpenAI por violação de direitos autorais› EUA suspendem Microsoft de programa para residência de estrangeiros› American Airlines amplia implantação de WiFi da Starlink para toda frota› Trump diz que tratará como 'inimigo' quem não disser 'superinteligência' em vez de IA› Google Cloud lança agente de IA para escritórios› Astronautas da missão Crew-12 retornam à Terra após oito meses na ISS› Anthropic lança painel de controle e ferramentas de animação para Claude› Hackers ligados à China davam acesso a e-mails roubados, segundo FBI› O que tá rolando hoje: Luto na ciência e um ChatGPT que cria mapas› Processo contra McDonald's nos EUA por precificação baseada em IA levanta novas questões› USA Today processa OpenAI por violação de direitos autorais› EUA suspendem Microsoft de programa para residência de estrangeiros› American Airlines amplia implantação de WiFi da Starlink para toda frota› Trump diz que tratará como 'inimigo' quem não disser 'superinteligência' em vez de IA› Google Cloud lança agente de IA para escritórios
Últimas

Indicado de Flávio para a Saúde trata atuação de Jair Bolsonaro na pandemia como 'capítulo superado'

UOL Notícias ·
Indicado de Flávio para a Saúde trata atuação de Jair Bolsonaro na pandemia como 'capítulo superado'

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Indicado para comandar o Ministério da Saúde num eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL) , o oftalmologista Claudio Lottenberg, 66, prefere tratar como "capítulo superado" a condução da pandemia de Covid pela gestão de Jair Bolsonaro , pai de Flávio, marcada pelo negacionismo científico.

"Nesses momentos, as pessoas nem sempre têm as melhores ferramentas para tomar decisões. Eu prefiro deixar isso como capítulo superado. E olhar para frente, aquilo que a gente pode fazer", afirma o médico, que chegou a ser cotado para a pasta em 2020, mas, depois, teceu críticas à condução da crise sanitária pelo então presidente.

Em entrevista exclusiva à Folha , ele diz que, se eventualmente assumir o cargo, não abrirá mão de fazer uma gestão técnica na Saúde , pautada nas evidências científicas, ainda que isso contrarie parte da base aliada de Flávio, que mantém o discurso antivacina .

Aliados de Flávio veem a indicação de Lottenberg a ministro da Saúde, caso o senador vença a disputa a Presidência, como estratégia de blindar a campanha contra críticas pela conduta negacionista de Jair , notada durante a pandemia. O entorno do senador, porém, admite que a função de Lottenberg pode ser apenas temporária e voltada à campanha. Outro nome poderia ser indicado ao comando da Saúde, no cenário de vitória do candidato do PL . A campanha de Flávio foi procurada, mas não se manifestou.

Lottenberg já foi secretário municipal da Saúde de São Paulo em 2005, na gestão do então prefeito José Serra (PSDB), presidiu o Einstein Hospital Israelita e comandou a UnitedHealth Group no Brasil. Desde 1º de setembro, está licenciado da presidência do Conselho Deliberativo do Einstein, medida adotada pela instituição para preservar sua neutralidade política diante da indicação.

O que Flávio Bolsonaro espera da área da saúde? Uma gestão técnica, baseada na qualidade da informação, que é a ciência. Ele tem muito claro que, em vez de o paciente procurar o SUS , a gente deve levar o SUS ao paciente, com modelos digitais e mecanismos que permitem se antecipar aos problemas. Ele imagina que os recursos talvez não sejam muitos, mas quer uma utilização adequada deles.

O candidato fala em corte de ministérios. Cogita-se corte de recursos na Saúde? Não se falou nada. O que ele quer é uma utilização adequada dos recursos . Ele entende que não é tão pouco dinheiro para dizer que não dá para fazer mais coisas.

O que dá para fazer melhor com o atual Orçamento? Eleger prioridades. Uma delas é fortalecer a atenção básica para que seja mais resolutiva e organizar melhor a atenção especializada dentro das regiões. Outra é fazer os dados funcionarem. Há quanto tempo se fala de prontuário único? A troca de informações vai ser só por razões de financiamento? Será que a gente não consegue trabalhar melhor os dados clínicos? É ali que está a assistência e a oportunidade de usar melhor os recursos.

O governo Lula tem investido muito nessa área por meio da Secretaria de Informação e Saúde Digital.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›