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Lucro da Cyrela (CYRE3) cresce 16% e atinge R$ 452 milhões no 2º trimestre

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Lucro da Cyrela (CYRE3) cresce 16% e atinge R$ 452 milhões no 2º trimestre

A Cyrela Brazil Realty ( CYRE3 ) apresentou lucro líquido de R$ 452 milhões no segundo trimestre de 2026, aumento de 16% em relação ao mesmo período de 2025, de acordo com balanço publicado nesta quinta-feira, 13.

O crescimento do lucro reflete o nível forte de vendas de imóveis no acumulado dos últimos trimestres e a evolução no andamento das obras.

No setor, o faturamento é contabilizado de modo proporcional à evolução dos canteiros.

A receita líquida totalizou R$ 2,481 bilhões no período, crescimento de 18% na mesma base de comparação anual.

A margem bruta atingiu 34,4%, alta de 1,6 ponto porcentual.

A margem líquida chegou a 18,2%, recuo de 0,2 ponto porcentual.

A linha de equivalência patrimonial (que apura os resultados oriundos de empreendimentos feitos em sociedade) gerou uma receita menor no período, de R$ 107 milhões, encolhimento de 24%.

Leia mais: Confira o calendário de resultados do 2º trimestre de 2026 da Bolsa brasileira Temporada de balanços do 2T26 ganha destaque: veja ações e setores para ficar de olho As despesas comerciais da Cyrela alcançaram R$ 294 milhões, expansão de 30%, puxado por mais gastos com mídia para venda dos imóveis.

As despesas gerais e administrativas foram a R$ 134 milhões, avanço de 6%.

A incorporadora ainda reportou gastos de R$ 22 milhões com indenizações a clientes, 57% mais na comparação anual.

O resultado financeiro (saldo entre receitas e despesas financeiras) ficou positivo em R$ 69 milhões, 4% maior na mesma base de comparação anual, graças ao rendimento com suas linhas de financiamento.

Um destaque aqui foi a fintech CashMe, que contribuiu com R$ 111 milhões no resultado financeiro líquido, 54% mais que um ano atrás.

A Cyrela reportou uma forte geração de caixa, no valor de R$ 272 milhões, o que contribuiu para reduzir o endividamento.

Leia também Stone tem lucro líquido ajustado de R$ 583 milhões no 2º tri, queda anual de 2,6% Segundo a empresa, o recuo anual reflete um lucro antes de imposto (EBT) ajustado menor e uma taxa efetiva de imposto que avançou para 16,4%, ante 15% um ano antes A dívida líquida ajustada foi para R$ 1,909 bilhão no fim de junho, recuo de 12,5% ante o fim de março.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

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