Olivia Rodrigo descarta o uso de inteligência artificial em sua música: ‘Uma linha que não cruzo’
Olivia Rodrigo foi categórica ao falar sobre o uso de inteligência artificial na música.
Em entrevista ao Hollywood Reporter publicada nesta semana, a cantora e compositora descartou a possibilidade de incorporar a tecnologia ao seu trabalho.
“Eu jamais usaria IA em qualquer uma das minhas músicas”, disse.
“Absolutamente não.
É uma linha que não cruzo”.
A declaração ocorre em um momento de divisão na indústria fonográfica: enquanto alguns artistas adotam a IA como ferramenta criativa , outros a veem como uma ameaça à autoria e à identidade artística.
A cantora revelou, porém, que chegou a experimentar a ferramenta.
Por curiosidade, ela e Dan Nigro — parceiro de longa data e produtor de seus três álbuns — recorreram ao ChatGPT para pedir sugestões de títulos de músicas para um projeto de Olivia Rodrigo .
A avaliação foi contundente: “Eram todos uma merda”, disse a artista.
Para ela, a experiência reforçou a decisão de manter a tecnologia fora de seu processo criativo.
Conhecida pela escrita pessoal e confessional, Rodrigo recebeu elogios dos fãs pela maturidade e pela vulnerabilidade das letras de seu terceiro álbum, you seem pretty sad for a girl so in love (2026), lançado pela Geffen Records em junho.
A entrevista também abordou a vida da artista para além da música.
Rodrigo falou sobre o Daisy Chain Fields , festival dedicado a artistas mulheres que organizou neste ano, com nomes como Stevie Nicks , Alanis Morissette , Sarah McLachlan e Karen O na programação.
Realizado no Great Park, em Irvine, na Califórnia, o evento foi descrito pela cantora como uma forma de “mobilizar pessoas” e mostrar “o que pode acontecer quando você se une e contribui”.
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