sexta-feira, 16 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Djokovic joga Basileia após 15 anos e pode rever Fonseca› F1 - Alonso explica por que não gosta de corridas noturnas e brinca sobre correr pela manhã: "Podemos almoçar em casa"› Um Natal tenebroso se avizinha para os corintianos!› Tifanny e Osasco vão ao STJD por liberação após veto da CBV a atletas trans› Ex e atual de jogador causam confusão na final do Paulista de basquete› Corinthians inicia eleições e já tem caso de polícia› F2 descarta cancelamento de etapas: "Vamos encerrar no Catar e em Abu Dhabi"› Jódar pede desculpas após o incidente com boleiro em Xangai› Confusão após título do Mogi envolve mulher e ex de atleta e termina com troféu de MVP quebrado› Cartão amarelo no celular? Uruguai inova e testa tecnologia com árbitros› Djokovic joga Basileia após 15 anos e pode rever Fonseca› F1 - Alonso explica por que não gosta de corridas noturnas e brinca sobre correr pela manhã: "Podemos almoçar em casa"› Um Natal tenebroso se avizinha para os corintianos!› Tifanny e Osasco vão ao STJD por liberação após veto da CBV a atletas trans› Ex e atual de jogador causam confusão na final do Paulista de basquete› Corinthians inicia eleições e já tem caso de polícia› F2 descarta cancelamento de etapas: "Vamos encerrar no Catar e em Abu Dhabi"› Jódar pede desculpas após o incidente com boleiro em Xangai› Confusão após título do Mogi envolve mulher e ex de atleta e termina com troféu de MVP quebrado› Cartão amarelo no celular? Uruguai inova e testa tecnologia com árbitros
Economia

Análise: Futuro Congresso inclinado à direita se prepara para embate com STF

Money Times ·

O próximo Congresso, eleito no último dia 4 de outubro, está se preparando para um embate com o Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo planos para um impeachment sem precedentes de um de seus ministros, o que poderia ampliar drasticamente o alcance de uma agenda de direita, disseram à Reuters mais de uma dezena de especialistas e funcionários do Senado e do Judiciário.

À frente dessa iniciativa estão aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que dominaram as eleições legislativas deste mês e estão ávidos por vingança contra Alexandre de Moraes, o ministro do Supremo responsável pela prisão e condenação do ex-presidente por conspiração golpista.

Isso representaria uma escalada significativa do Poder Legislativo em uma luta de poder que já dura anos com o Judiciário, reafirmando a influência do Congresso e potencialmente empurrando o tribunal para a direita nos próximos anos.

Se o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente, derrotar o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial, em 25 de outubro, um Judiciário enfraquecido também reduziria um dos principais mecanismos de controle do seu poder.

BLOQUEANDO POLÍTICAS DE DIREITA O STF foi o principal obstáculo à agenda de Bolsonaro durante seu mandato na Presidência de 2019 a 2022, bloqueando iniciativas para enfraquecer as proteções ambientais, flexibilizar as restrições da pandemia e facilitar a compra de armas, por exemplo.

O Supremo continua a barrar algumas das legislações de direita mais estridentes, definindo efetivamente políticas em assuntos que vão desde os direitos dos povos indígenas até a regulamentação da internet.

A eleição deste mês poderá ser crucial, já que o próximo presidente poderá nomear pelo menos quatro dos 11 ministros do Supremo, incluindo uma vaga já existente e substitutos para três ministros que atingirão a idade de aposentadoria compulsória de 75 anos antes do término do próximo mandato presidencial.

Após Bolsonaro ter indicado dois ministros para o Supremo, uma vitória de seu filho pode significar uma maioria na corte composta por indicados pela família Bolsonaro até o final de seu mandato, no início de 2031.

O impeachment de Moraes, de 57 anos, aceleraria a chegada dessa maioria.

“Caso Flávio vença, o próximo governo e o Senado poderão reformular a maioria dos 11 membros do Supremo, o que significa definir, literalmente, o equilíbrio de poder na democracia brasileira por uma geração”, disse Bruna Santos, diretora do Programa Brasil do Diálogo Interamericano.

Ler a notícia completa no Money Times ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

Mais de Money Times

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›