Vitória vota contra Lei Vini Jr. no Brasil e presidente explica decisão
O presidente do Esporte Clube Vitória, Fábio Mota, comentou a votação que definiu a implementação de novas regras no futebol brasileiro e destacou sua posição sobre a chamada 'Lei Vini Jr.'.
Apesar de ser favorável às mudanças, o dirigente considera que a adoção das medidas ainda nesta temporada aconteceu de forma antecipada.Mota explicou que o Vitória foi contrário à aplicação imediata das novas regras por entender que o futebol brasileiro precisa de um período maior de adaptação.
O Leão da Barra e o Grêmio foram os únicos a votar pela implementação apenas a partir da próxima temporada.“Porque você parte do princípio que todas as vezes que o atleta está colocando a mão na boca é pra praticar um pretenso ato de racismo ou pra uma ação que seja contra os princípios básicos", disse Fábio ao O Globo."Eu entendo que não é dessa forma, as vezes colocar a mão na boca tem outro sentido, tem outra conversa que está sendo feita ali, entre ele e o colega e que não tem nada a ver com agressão a um jogo de futebol”, completou o dirigente.A chamada Lei Vini Jr. prevê punição com cartão vermelho para jogadores que cubram a boca durante discussões ou em situações de provocação a adversários.
Pela nova regra, não é necessário que a arbitragem consiga identificar o conteúdo da fala: o gesto, por si só, pode ser considerado uma infração.
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E continuou: "Fica parecendo que a crise que a arbitragem está vivendo nesse momento precisa de uma satisfação, e essa insatisfação é a implementação agora”.O presidente do Vitória também defendeu que as mudanças sejam adotadas de maneira gradual.
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