Sacrifício de Sangue: suspense sueco da Netflix transforma policiais em presas
Uma chamada de emergência entra de madrugada: invasão a uma casa de veraneio em Estocolmo.
Dois policiais atravessam a água até o local e encontram a propriedade vazia.
Nenhum sinal de arrombamento, ninguém para socorrer, nada.
No dia seguinte, os dois aparecem mortos.
E é aí que você percebe que a ligação nunca foi um pedido de ajuda, foi uma armadilha.
Quem faria isso? E por que mirar justamente a polícia? É com essa isca que Sacrifício de Sangue abre suas portas na Netflix .
Antes do crime, um pai e um filho que não se falam Deixe o assassino de lado por um segundo, porque o coração da série não está nele.
Está em Thomas Berg (Jakob Oftebro), o detetive que passou a vida inteira dentro da polícia e agora vê a polícia virar alvo.
Ele é o investigador-chefe do caso, e é justamente onde deveria brilhar que ele trava.
As pistas não vêm, o tempo aperta e o único lugar onde talvez exista uma resposta é aquele que Thomas jurou nunca mais pisar: a porta do pai.
Alfred Berg (Peter Andersson) é um ex-detetive afastado da corporação, um homem que perdeu quase tudo e enxerga o que os outros não conseguem ver.
Pai e filho não se falam há anos e agora precisam sentar na mesma mesa para caçar alguém que está, literalmente, decapitando policiais.
Uma série diferente do que já se viu Eu sei o que você está pensando: mais um Nordic noir de detetive atormentado e pai problemático, mais neve e mais escuridão.
Se você anda cansado dessa fórmula, tenho uma boa notícia, Sacrifício de Sangue vira o clichê do avesso logo na fotografia.
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