Sobrenatural: Agora Entre Nós – Crítica: Franquia encontra nova ideia, mas esquece de assustar
A franquia Sobrenatural construiu uma identidade própria dentro do terror moderno.
Desde o primeiro filme, dirigido por James Wan em 2011, projeção astral, entidades demoníacas e o Além se tornaram peças de uma mitologia que atravessou cinco longas e arrecadou mais de US$ 700 milhões mundialmente.
Depois de Sobrenatural: A Porta Vermelha encerrar a história da família Lambert, havia espaço para começar algo diferente.
Sobrenatural: Agora Entre Nós tenta justamente fazer isso, mas a boa ideia inicial não é suficiente para sustentar o filme.
Dirigido por Jacob Chase, o novo capítulo acompanha Gemma (Amelia Eve), mãe solo que vive com a filha pequena na casa onde passou a infância.
Pesadelos perturbadores começam a revelar que ela possui uma habilidade incomum.
Gemma não apenas consegue entrar no Além, como também é capaz de trazer pessoas e entidades de volta para o mundo dos vivos.
É um poder perigoso para alguém que tenta justamente impedir que essas criaturas se aproximem de sua família.
Uma boa inversão da fórmula de Sobrenatural A premissa encontra uma maneira inteligente de mexer em uma regra estabelecida pela franquia.
Nos filmes anteriores, boa parte do perigo surgia quando alguém entrava no Além e ficava preso entre espíritos.
Em Sobrenatural: Agora Entre Nós , a ameaça segue o caminho contrário.
O medo está na possibilidade de aquilo que vive do outro lado conseguir escapar para o nosso mundo através de Gemma.
É uma mudança simples, mas promissora.
O problema é que o roteiro demora a explorar suas possibilidades.
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