Robô da BYD já trabalha nas lojas: Xiao Di pode caminhar entre clientes, apresentar veículos e responder perguntas em um ambiente real onde robôs começam a assumir tarefas de atendimento antes restritas a funcionários
Xiao Di, robô humanóide da BYD Com 1,61 metro, 58,5 kg, 31 graus de liberdade, percepção 360° e mãos capazes de manipular objetos com precisão milimétrica, o Xiao Di leva o projeto de robôs humanoides da BYD para um dos ambientes mais difíceis de automatizar: o contato direto com clientes O Xiao Di , robô da BYD desenvolvido para aplicações de serviço, coloca a fabricante chinesa diante de um desafio bastante diferente de automatizar uma linha de montagem.
Com 1,61 metro de altura, 58,5 kg e 31 graus de liberdade, o humanoide foi projetado para circular e interagir em espaços construídos para pessoas, com aplicações previstas em recepção, apresentação de automóveis e atendimento de dúvidas em showrooms.
A escolha desse ambiente é mais importante do que parece.
Dentro de uma fábrica, máquinas trabalham em processos altamente planejados.
Uma loja de automóveis é exatamente o contrário: pessoas aparecem de direções diferentes, interrompem conversas, fazem perguntas inesperadas, apontam para objetos e caminham continuamente entre carros.
Para funcionar ali, não basta um robô saber andar.
Ele precisa perceber, interpretar, conversar e agir sem transformar o espaço ao redor em uma área exclusiva para máquinas .
Xiao Di tem 31 graus de liberdade para se movimentar em espaços humanos A anatomia mecânica ajuda a entender a proposta.
O Xiao Di possui 31 graus de liberdade , distribuídos entre diferentes partes do corpo.
Dados divulgados sobre o projeto indicam sete graus de liberdade nas mãos, seis nas pernas, três na cintura e dois no pescoço, além das demais articulações que completam o sistema.
Um grau de liberdade representa, de maneira simplificada, um movimento independente que uma articulação consegue executar.
Quanto maior a quantidade e melhor o controle dessas articulações, maior a possibilidade de produzir movimentos mais complexos.
Isso importa especialmente em um showroom.
Virar-se para acompanhar uma pessoa, posicionar o corpo diante de um automóvel, movimentar os braços durante uma explicação ou manipular algum objeto são ações banais para um funcionário humano, mas representam uma sequência complexa de cálculos para uma máquina.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.