Durigan nega impacto de PLP dos Combustíveis sobre saúde e educação
O ministro da Fazenda, Dario Durigan , afirmou nesta quinta-feira (13/8) que a aprovação do PLP dos Combustíveis não trará prejuízos aos gastos com saúde e educação.
Segundo ele, as áreas receberam um reforço de cerca de R$ 100 bilhões, com fontes de receita definidas.
“O orçamento de saúde e educação foi atualizado por este governo em aproximadamente R$ 100 bilhões.
Hoje, você tem essas áreas com o orçamento recuperado e com fonte de recurso, não é medida sem receita”, afirmou.
Durigan também afirmou que o PLP dos Combustíveis não altera a trajetória de crescimento dessas despesas e que há previsão de ampliação dos recursos no próximo ano.
De acordo com ele, o avanço ocorre dentro de um modelo que busca equilibrar responsabilidade fiscal com manutenção dos compromissos sociais.
“O que nós garantimos é um aumento ainda maior no ano que vem.
O crescimento é sustentável, controlado e com garantia de cumprimento dos compromissos sociais”, disse.
O ministro argumentou ainda que o governo tem conseguido atender demandas por maior investimento social ao mesmo tempo em que mantém o controle das contas públicas.
“Não há prejuízo para saúde e educação.
As políticas foram ampliadas e fortalecidas neste governo”, afirmou.
Entenda A medida aprovada pelo Congresso trata, entre outros pontos, da forma como determinadas receitas federais são consideradas no cálculo dos pisos constitucionais de saúde e educação, que definem os valores mínimos que a União deve aplicar nessas áreas.
Pela Constituição, esses gastos são vinculados à arrecadação.
O PLP, no entanto, ajusta a base de cálculo ao redefinir quais receitas entram nessa conta, especialmente aquelas relacionadas a arrecadação com petróleo.
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