Oceânica reverte lucro e tem prejuízo de R$ 324,2 milhões no segundo trimestre
Prejuízo líquido: R$ 324,2 milhões (reverteu lucro de R$ 39,0 milhões)
Investimento (capex): R$ 185,7 milhões em capex mais pagamentos de arrendamento (627%)
Dívida líquida: R$ 3,21 bilhões (+18% em relação a 31 de dezembro de 2025)
Variação em relação ao mesmo período do ano anterior, com exceção da dívida líquida, comparada a 31 de dezembro de 2025. Indicadores sem variação não tiveram a comparação informada pela empresa.
A Petrobras rescindiu antecipadamente contratos dos navios SUB XIII e SUB XVIII. Segundo a companhia, os navios ainda estavam em mobilização e não haviam iniciado operações sob esses contratos; a empresa contestou as rescisões e informou que não era praticável estimar com confiabilidade os valores envolvidos ou o desfecho das discussões.
A companhia afirmou que fatores operacionais temporários afetaram a receita e a rentabilidade no trimestre. A Oceânica destacou o início das operações do contrato SUB XVII, o aditivo de 535 dias ao contrato Hull Inspection, que acrescentou aproximadamente R$ 650,0 milhões ao backlog, e a aquisição de quatro Work Class ROVs.
O refinanciamento da dívida afetou o resultado financeiro e o prejuízo líquido do trimestre. De acordo com a companhia, despesas não recorrentes incluíram a baixa de custos diferidos de financiamento das Notes de 2029 e o prêmio pago na recompra desses títulos.
Texto gerado automaticamente e checado por modelos de IA treinados pelo UOL.
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.