Sou da Paz lança cartilha com propostas para candidatos ao Legislativo
O Instituto Sou da Paz lançou uma cartilha nessa quarta-feira (19/8) com propostas sobre segurança pública a candidatos ao Senado e à Câmara dos Deputados .
O manifesto defende que a segurança pública seja tratada como uma agenda de Estado, independentemente do campo político, na busca de resultados concretos na área.
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A população precisa de respostas que funcionem, independentemente de quem as proponha.
O objetivo do manifesto é criar um espaço de convergência em torno daquilo que pode e deve unir diferentes forças políticas: a proteção da vida, o enfrentamento qualificado da violência e o compromisso com resultados e com a democracia”, diz Carolina Ricardo, diretora-executiva do Sou da Paz.
A cartilha se divide em seis propostas principais Uso de evidências e dados para medir o impacto orçamentário e capacidade de implementação das medidas propostas, e criação de mecanismos permanentes de monitoramento e avaliação das políticas de segurança.
Prioridade para a redução de homicídios, com fortalecimento de investigações e a integração de sistemas de informação, além de ampliar a transparência sobre os índices de elucidação de homicídios.
Direito à circulação segura, foco contra roubos e furtos de celulares.
O manifesto defende o uso de mecanismos de rastreamento e bloqueio de aparelho e enfrentamento das cadeiras de receptação, além da modernização da legislação de crimes digitais.
Valorização dos profissionais de segurança pública, propondo melhores condições de trabalho, formação e capacitação continuadas, além de fortalecer mecanismos de supervisão e responsabilização de instituições policiais.
Enfrentar o poder econômico e bélico do crime organizado, buscando reduzir a circulação ilegal de armas e munições.
Propõe fortalecer a investigação financeira e o combate à lavagem de dinheiro, com aperfeiçoamento da rastreabilidade de armas e munições.
Defende uma resposta estruturada à violência contra mulheres e meninas e às desigualdades na produção e na vitimização da violência.
O documento também chama atenção para as diferentes formas como a violência atinge mulheres, jovens, pessoas negras, moradores de territórios vulnerabilizados, pessoas com deficiência e populações LGBTQIA+.
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