“A materialização do bem é a coisa mais difícil que tem”, diz Ana Eliza Setúbal
A Oportunidade do Bem nasceu em 2019, quando Ana Eliza Setúbal decidiu transformar o próprio guarda-roupa em uma fonte de recursos para quem precisava.
O que começou com um desapego entre amigas virou uma associação civil sem fins lucrativos, uma loja física, um e-commerce, cerca de 70 marcas parceiras e uma rede de 22 instituições beneficiadas.
Agora, a iniciativa dá mais um passo: passa a atender também ONGs de proteção animal.
À coluna, Ana fala sobre consumo consciente, second hand, propósito e sobre como uma roupa, uma bolsa ou um sapato podem ganhar uma segunda vida — e mudar a vida de alguém.
Como a Oportunidade do Bem chegou até aqui e por que agora a causa animal entra nessa corrente? Tudo começou com uma amiga dizendo: “Vamos vender suas roupas? ”.
Eu falei: “Não vou vender minhas roupas.
Vou vender e doar 100%”.
As amigas começaram a doar também e, em 2019, fizemos o primeiro evento e arrecadamos R$ 800 mil em um fim de semana.
Alguns meses depois, foram mais R$ 700 mil.
Veio a pandemia, montei uma associação civil sem fins lucrativos e aluguei uma sala, porque minha casa já estava lotada de roupas.
Hoje estamos em um espaço de quase 600 metros quadrados, temos cerca de 70 parceiros e já destinamos R$ 21 milhões a 22 beneficiados do bem.
E essa rede continua crescendo.
Agora estamos ampliando também para ONGs de animais.
Já temos uma em Indaiatuba, que resgata, cuida e encaminha cães para adoção, e vimos de perto o impacto.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.