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Justiça determina que Suel, réu no caso Marielle, permaneça mais um ano em presídio de segurança máxima

G1 ·
Justiça determina que Suel, réu no caso Marielle, permaneça mais um ano em presídio de segurança máxima

Maxwell Corrêa, o Suel, sargento do Corpo de Bombeiros do RJ e amigo do policial reformado Ronnie Lessa Reprodução A Justiça do Rio determinou que Maxwell Simões Corrêa, o Suel, permaneça por mais um ano em um presídio federal de segurança máxima.

A decisão é da juíza Lucia Mothe Glioche, da 4ª Vara Criminal da Capital, e foi assinada nesta quarta-feira (12).

A defesa de Suel entrou com pedido de habeas corpus nesta quarta-feira (19).

Suel é réu no processo que investiga o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018.

Ele encontra-se em presídio de segurança máxima (em unidade do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasí) desde 2023 e aguarda julgamento do Tribunal do Júri (ainda sem previsão de data). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo o processo, Suel foi responsável por guardar o veículo usado no crime, monitorar Marielle antes do assassinato, entre outros crimes.

Suel era sargento do Corpo de Bombeiros do RJ e amigo do policial reformado Ronnie Lessa, condenado pelas mortes de Marielle e Anderson.

Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram condenados pelo Tribunal do Júri em outubro de 2024.

Autor dos disparos, Lessa foi condenado a 78 anos e 9 meses de prisão; Élcio, que dirigiu o carro, foi condenado a 59 anos e 8 meses de prisão.

Agora no g1 O Ministério Público havia pedido a manutenção de Maxwell no sistema penitenciário federal e a magistrada decidiu pela renovação da transferência por mais 12 meses.

Maxwell Corrêa, o Suel, sargento do Corpo de Bombeiros do RJ e amigo do policial reformado Ronnie Lessa Reprodução Decisão cita repercussão do caso Marielle Para justificar a permanência de Suel no sistema federal, a juíza citou uma decisão da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, também de agosto, que aumentou as penas dos réus Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, condenados pela execução de Marielle e Anderson.

Segundo o acórdão citado na decisão, o assassinato de Marielle teve repercussão que ultrapassou os limites do Rio e do Brasil.

O tribunal classificou as consequências dos homicídios como de gravidade excepcional.

A juíza também afirmou que a repercussão do crime, embora justifique a manutenção da prisão preventiva para garantir a ordem pública, não seria suficiente para assegurar a permanência do acusado em uma unidade prisional do estado.

Segundo ela, diante das dificuldades do sistema prisional fluminense, a permanência em uma unidade federal é necessária para a segurança do próprio acusado e da segurança pública.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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