Suspeito de agredir companheira de 65 anos com martelo, socos e chutes é denunciado pelo MPPR
Um homem, de 60 anos, suspeito de agredir a companheira, foi denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR).
Ele é investigado por suspeita tortura, lesão corporal e violência psicológica contra a vítima, de 65 anos, em Capitão Leônidas Marques, no Oeste do Paraná.
Homem é denunciado após ser suspeito de agredir a companheira dentro da residência onde o casal vivia, em Capitão Leônidas Marques.
Foto: imagem ilustrativa gerada por IA Segundo o MPPR, o caso ocorreu em 22 de agosto, dentro da residência onde o casal vivia, no Distrito de Alto Alegre do Iguaçu.
Conforme a denúncia apresentada pela Promotoria de Justiça de Capitão Leônidas Marques, a mulher foi agredida durante uma discussão.
O homem teria usado socos e tapas, além de atingir a cabeça e o rosto da vítima com um martelo de borracha.
Assista! Câmera flagra homem escapando de ataque a tiros em plena luz do dia no Cajuru, em Curitiba Supostas agressões físicas e mentais As investigações apontaram ainda que as agressões físicas foram acompanhadas de violência psicológica durante toda a noite.
Conforme o MPPR, o homem teria impedido a companheira de deixar o local e utilizado constrangimentos para evitar que ela procurasse atendimento médico ou acionasse a polícia.
Caso Thaissa: delegada revela detalhes do inquérito de feminicídio e apura relatos de outras mulheres contra indiciado Para o Ministério Público, a forma como os crimes foram praticados provocou sofrimento físico e mental à vítima.
Na denúncia, o órgão apontou ainda o emprego de meio cruel e considerou a condição de vulnerabilidade da mulher e a relação doméstica existente entre os dois.
Suspeito de agredir companheira permanece preso após ser denunciado pelo MPPR A ação penal foi recebida pela Justiça e tramita sob sigilo para preservar a intimidade da vítima.
O homem permanece preso preventivamente, medida cuja manutenção foi requerida pelo Ministério Público.
Ex-presidente e companheira são presas suspeitas de desviar R$ 301 mil de cooperativa no Paraná Além da prisão, o MPPR pediu que seja estabelecido um valor mínimo de R$ 20 mil para reparação dos danos causados à mulher.
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