Veja as propostas dos candidatos ao governo de São Paulo para a saúde
Uma pesquisa Datafolha divulgada em julho deste ano colocou a saúde, ao lado da segurança, como um dos principais problemas do estado de São Paulo .
As áreas, de responsabilidade do governo estadual , foram citadas por 27% dos entrevistados, cada uma.
Os números indicam que a saúde também assume protagonismo na eleição que definirá o próximo governador.
Na reta final do primeiro turno, os eleitores ainda podem se informar sobre as principais propostas dos candidatos a governador de São Paulo para a saúde.
O Metrópoles analisou todos os planos de governo enviados pelos candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral ( TRE ) e listou as principais propostas de cada campanha para as áreas da saúde, educação, segurança pública, meio ambiente e mobilidade , além do que pensa cada um deles sobre as privatizações dos serviços públicos estaduais — outro tema que tem ganhado destaque na corrida eleitoral.
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A candidata Policial Edjane (Agir) não enviou seu plano de governo ao TSE e, por isso, não será citada no texto desta segunda-feira (21/9).
Veja mais abaixo: Carlos Machado (PCB) 3 imagens Fechar modal.
1 de 3 O candidato ao governo de São Paulo Carlos Machado (PCB) Divulgação/PCB 2 de 3 Reprodução/Instagram 3 de 3 Carlos Machado (PCB) Reprodução/Instagram O candidato ao governo de São Paulo pelo PCB, Carlos Machado (PCB) , tem como meta ampliar o número de leitos hospitalares disponíveis a cada mil habitantes — de 1,4 leito a 3 leitos — e reduzir a desigualdade territorial para ampliar a capacidade de atendimento em municípios do interior e em regiões periféricas.
Prevê, ainda, a abertura de concursos públicos para profissionais da saúde, a expansão da Rede de Atenção Psicossocial, com ampliação dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), e a volta da Fundação para o Remédio Popular (Furp), laboratório público estadual extinto em 2025 e incorporado ao I nstituto Butantan .
Além disso, o plano de governo de Machado propõe reincorporar progressivamente à gestão direta do Estado a administração dos hospitais e unidades de saúde atualmente geridos por Organizações Sociais de Saúde (OSS), após uma ampla auditoria nos contratos.
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