Pijama feminino deixa o quarto e ganha espaço na rotina de descanso
Durante muito tempo, vestir o pijama significava uma coisa bastante simples: o dia acabou.
Era a roupa colocada depois do banho, pouco antes de dormir, e que quase sempre ficava restrita ao quarto.
Hoje, essa relação mudou.
O pijama feminino continua ligado ao sono, mas também passou a acompanhar outros períodos da rotina.
Uma manhã de domingo sem pressa, algumas horas no sofá, uma noite de filme ou aquele intervalo entre chegar em casa e se preparar para dormir.
São situações em que a agenda desacelera e a roupa escolhida ganha outra função.
Essa mudança acompanha a evolução do homewear.
A categoria ganhou espaço no guarda-roupa ao reunir peças que combinam praticidade, conforto e estilo, tornando menos definida a separação entre roupa para dormir e roupa para ficar em casa.
E o pijama feminino está no centro dessa transformação.
Como o pijama entrou para a história da moda Apesar de hoje estar tão associado ao descanso, o pijama tem uma história que começou longe dos quartos ocidentais.
A palavra tem origem no sul da Ásia e está relacionada a peças largas usadas para cobrir as pernas.
Vestimentas desse tipo chegaram à Europa séculos atrás e, com o tempo, foram incorporadas aos hábitos ocidentais.
Foi nesse processo que o pijama começou a ganhar espaço como roupa de dormir.
Entre as mulheres, no entanto, camisolas e vestidos noturnos continuaram predominando durante bastante tempo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.