sexta-feira, 21 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Como a IA pode aprofundar nosso pensamento e acessar o que não sabemos Fabricante chinesa de chips de memória flash YMTC planeja levantar US$4,9 bi IPO em Xangai Zuckerberg compra castelo gótico na Irlanda estimado em R$ 180 milhões ChatGPT escorrega na regra do TSE e tem candidato preferido à Presidência Adolescente dos EUA desiste de ação contra Meta, YouTube e Snap sobre vício ChatGPT para Mac passa a ler e enviar mensagens pelo iMessage Samsung prevê retorno recorde de até US$ 80 bilhões a acionistas Programas de Governo prometem datacenters, IA e fim da censura nas redes Vacina contra câncer avança: como IA é usada em marco histórico da medicina 'Maravilhoso', diz CEO sobre filme com IA de festa junina de cidadezinha Como a IA pode aprofundar nosso pensamento e acessar o que não sabemos Fabricante chinesa de chips de memória flash YMTC planeja levantar US$4,9 bi IPO em Xangai Zuckerberg compra castelo gótico na Irlanda estimado em R$ 180 milhões ChatGPT escorrega na regra do TSE e tem candidato preferido à Presidência Adolescente dos EUA desiste de ação contra Meta, YouTube e Snap sobre vício ChatGPT para Mac passa a ler e enviar mensagens pelo iMessage Samsung prevê retorno recorde de até US$ 80 bilhões a acionistas Programas de Governo prometem datacenters, IA e fim da censura nas redes Vacina contra câncer avança: como IA é usada em marco histórico da medicina 'Maravilhoso', diz CEO sobre filme com IA de festa junina de cidadezinha
Últimas

Autismo: até 69% das crianças têm seletividade alimentar; guia inédito traz orientações

Veja ·
Autismo: até 69% das crianças têm seletividade alimentar; guia inédito traz orientações

Os pais e cuidadores de crianças que vivem com o transtorno do espectro autista (TEA) conhecem os desafios de lidar com a seletividade alimentar e se reinventam a todo momento.

Essa não é uma questão de gostar ou não de determinados alimentos e também não é algo raro: estudos indicam que entre 23% e 69% das crianças autistas apresentam esse tipo de recusa de forma significativa.

Esses dados e as estratégias para tornar as refeições mais acolhedoras fazem parte do guia inédito “ Meu filho não come — Entendendo a seletividade alimentar no autismo ”, uma iniciativa da entidade Autistas Brasil , apresentada antecipadamente para VEJA.

A partir de pesquisas e avaliação de casos reais, o material destrincha as restrições com um olhar sensível à neurodiversidade e traz o entendimento de que não se trata de birra, falta de educação ou problemas com limites dados pelos pais.

“A gente não pensou em assumir o lugar de um nutricionista para ver a alimentação mais adequada, mas auxiliar os pais em relação aos erros disseminados na internet e que acabam atrapalhando”, explica Guilherme de Almeida, presidente da Autistas Brasil e autor da cartilha.

Os dados da literatura mostram que as crianças autistas podem rejeitar 42% dos alimentos e ter um repertório médio que inclui 19 itens.

No Brasil, os números são parecidos: restrição a 44% das refeições e repertório com 17 itens .

Continua após a publicidade No material, que conta com 20 recomendações práticas para aplicar nas refeições, é apresentada a noção de que não só o alimento pode causar repulsa.

Há nuances envolvidas que devem ser compreendidas e não julgadas.

Isso pode estar ligado às percepções sobre texturas, cores, aromas, temperaturas e até se a comida faz algum barulho, como o que pode ocorrer em alimentos crocantes.

“A seletividade alimentar é muito típica do autista por uma questão sensorial e o objetivo é abordar essa questão que angustia tanto os pais e que pode gerar depressão e ansiedade nas famílias.” Continua após a publicidade São lembrados também aspectos do próprio organismo da criança que podem interferir, como dificuldades de mastigação e deglutição, problemas gastrointestinais e questões de regulação da fome e da saciedade.

Acolhimento e orientações Ao longo dos capítulos, o guia aponta caminhos para facilitar a relação das crianças com a comida sem a pressão para comer e com o cuidado de mostrar que as refeições podem ser momentos não só de nutrição, mas de vivências baseadas em paciência e compreensão.

Além disso, comer pode ser divertido e trazer boas experiências.

Assim, as dicas não se limitam ao prato.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›