Google Maps e Waze passam a mostrar preço de combustível no Reino Unido
Os aplicativos de navegação Google Maps e o Waze passaram a exibir os preços de gasolina e diesel em postos do Reino Unido.
O recurso foi anunciado nesta quinta-feira (8) pelo Google e usa dados do Fuel Finder , sistema do governo britânico que reúne os valores praticados nas bombas em tempo quase real.
A empresa diz que o objetivo é facilitar a vida do motorista em um momento de custo de vida em alta.
“À medida que o custo de vida continua a subir, administrar despesas nunca foi tão importante.
Por isso, estamos lançando os preços de combustíveis no Reino Unido no Google Maps e no Waze”, afirmou Sarah-Jayne Williams , diretora global de parcerias de produto do Google Maps e do Waze.
Segundo ela, a ferramenta foi desenvolvida em parceria com o governo britânico e com a comunidade do Waze no país.
Leia Mais Gasolina cara ainda pesa nos EUA e deve manter pressão no outono O porquê de Trump se parecer com Biden quando assunto é preço de gasolina Gasolina nos EUA está mais cara do que há um ano Preço do combustível no mapa Pelo Google, a ideia é tirar o motorista do “chute” e do hábito de parar no posto mais próximo.
“Em vez de adivinhar ou recorrer ao posto mais próximo, você pode encontrar facilmente o melhor custo-benefício para o seu tanque, mais rápido do que nunca”, diz a empresa.
Na prática, o usuário pode: pesquisar por “petrol” (gasolina) ou “fuel” (combustível) no Maps ou no Waze para ver os preços mais recentes ; comparar os valores de gasolina e diesel diretamente no mapa; consultar, na mesma plataforma, os preços de todos os tipos de combustível oferecidos por cada posto .
O sistema Fuel Finder O Fuel Finder é um programa do governo do Reino Unido criado para ajudar motoristas a encontrar os combustíveis mais baratos.
Pelas regras, todos os postos do país são obrigados a informar qualquer mudança de preço em até 30 minutos .
Os dados ficam disponíveis para aplicativos e sites de terceiros, que podem usá-los em ferramentas próprias de comparação.
Quando divulgou um guia sobre o programa, em 31 de março, o governo afirmou que cerca de 90% dos postos já estavam cadastrados e que exigia o envio imediato de dados pelos demais.
Estabelecimentos que continuarem sem compartilhar os preços podem sofrer sanções da CMA, a autoridade britânica de concorrência e mercados.
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