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Roraima está em nível de alerta para Síndrome Respiratória Aguda Grave, aponta Fiocruz

Folha de Boa Vista ·
Roraima está em nível de alerta para Síndrome Respiratória Aguda Grave, aponta Fiocruz

Em Boa Vista, a incidência de SRAG também está em faixa de alerta, risco ou alto risco, mas sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo. (Foto: Nilzete Franco/FolhaBV) Roraima está em nível de alerta, risco ou alto risco, para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Apesar de não apresentar tendência de crescimento da síndrome nas últimas seis semanas, o estado registra aumento ou manutenção das hospitalizações por metapneumovírus, além de crescimento de casos graves associados ao rinovírus.

Os dados são referentes à Semana Epidemiológica 35, entre 30 de agosto e 5 de setembro.

Em Boa Vista, a incidência de SRAG também está em faixa de alerta, risco ou alto risco, mas sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo.

A SRAG corresponde a quadros graves de infecção respiratória que podem levar à hospitalização.

Em Roraima, a Fiocruz identificou sinais diferentes entre os vírus que circulam no estado.

Enquanto há interrupção do crescimento de casos associados ao vírus sincicial respiratório (VSR), os registros ainda permanecem elevados.

Situação epidemiológica do Brasil: níveis de atividade e tendências de novos casos de SRAG nas últimas semanas.

Foto: InfoGripe/Fiocruz Ao mesmo tempo, o boletim aponta início ou manutenção do aumento de hospitalizações por metapneumovírus e crescimento dos casos de SRAG relacionados ao rinovírus.

Também foi identificado um leve aumento de casos graves de Covid-19.

Cenário nacional No Brasil, os casos de SRAG apresentam, de forma geral, estabilização ou oscilação nas tendências de curto e longo prazo.

Na análise das últimas seis semanas, cinco estados apresentam incidência em níveis de alerta, risco ou alto risco acompanhada de crescimento: Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

Incluindo Roraima, outros dois estados estão em níveis de alerta, risco ou alto risco, mas sem sinal de crescimento da SRAG no longo prazo: Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Entre os vírus identificados nas últimas quatro semanas epidemiológicas, o rinovírus representa 48,4% dos resultados positivos, seguido pelo VSR, com 27,1%; influenza B, com 6,6%; influenza A, com 3,2%; e SARS-CoV-2, responsável por 2,4%.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.

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