Campanha de Flávio enviará novo relatório ao TSE sobre canal ‘Exército do Lula’
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, voltou a questionar o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, com acusações de difundir conteúdo desinformativo, em nota nesta segunda-feira, 12.
A manifestação ocorre após a área técnica do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter relatado que não encontrou fake news no grupo coordenado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).
A nota diz que a campanha vai encaminhar um novo relatório técnico à Corte Eleitoral.
A campanha de Flávio diz que o canal “conservava a estratégia de apagar sistematicamente comandos e os conteúdos disparados, justamente para inviabilizar o controle tanto pela plataforma, como pelo Tribunal Superior Eleitoral”.
Também afirma que entre as mensagens apagadas estavam links e ordens que ligavam o canal a vídeos sobre “falsa informação” do cancelamento do reajuste do Bolsa Família e de redução das aposentadorias.
“O canal é um exemplo de burla a todos os instrumentos de controle.
Orienta os seguidores a não encaminharem os conteúdos ali postados, tendo em vista que há limites de encaminhamento justamente para evitar a disseminação em massa de material ilegal.
A orientação é a de que todos copiem e colem, fugindo a qualquer tipo de limitação quantitativa”, diz a campanha de Flávio.
Leia também Área técnica do TSE vê riscos, mas não acha fake news no canal ‘Exército do Lula’ No entanto, o documento alerta para alguns riscos que o grupo representa para o processo eleitoral A nota prossegue: “Também há orientações sobre mudança no sistema de sinalização que é próprio dos canais e o pedido de que todos divulguem os conteúdos ali postados sem sequer assistirem os vídeos respectivos, para enganar os algoritmos da plataforma, ampliando a relevância”.
O candidato diz ainda: “Outro comportamento que favorece a burla de todos os mecanismos de controle é o de não digitar, escrever, conteúdos desinformativos.
Janones escreve, digita, apenas o comando: EXPLODAM, COMPARTILHEM e associa o comando a links de mídias.
Isso dificulta o controle daquilo que está sendo disseminado.
O falso está no link, e não no comando”.
A campanha alega que há “flagrante descumprimento” do Plano de Conformidade celebrado entre a Meta e o TSE, “claríssimo ao vedar o uso de canais para fins ilícitos ou sua instrumentalização para inviabilizar qualquer controle”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.