Em MG, Zema fala sobre terras raras e defende produção de super ímãs
Romeu Zema (Novo) defendeu nesta terça-feira (22) a conciliação entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental, afirmando que o Brasil deveria ampliar o processamento de minerais estratégicos antes de exportá-los.
Zema defendeu que o Brasil não se limite à exportação de minério bruto.
O candidato afirmou que pretende estimular a agregação de valor à produção.
Segundo ele, a estratégia deveria envolver desde a extração e o beneficiamento até a industrialização.
“ Nós não vamos exportar o minério, nós vamos exportar o super ímã” , afirmou.
Leia Mais Presidenciáveis prestam homenagens a Rick e outros mortos de tragédia em SC Em Minas, Zema fala em excluir "frutas podres" do Supremo Zema diz que Gonet deveria renunciar após foto fumando charuto com Vorcaro Zema também sugeriu que produtos industrializados a partir desses minerais poderiam ser utilizados como instrumento de negociação comercial com outros países.
“ A União Europeia coloca uma série de obstáculos para comprar proteína e produtos agrícolas do Brasil.
Vamos falar para acabarem com os obstáculos porque senão nós não vamos oferecer super ímãs.
Temos a faca e o queijo na mão “, disse.
Segundo Zema, a degradação ambiental estaria associada, em parte, à ausência de desenvolvimento econômico e de uma cultura de preservação.
“Desenvolvimento econômico e ambiental caminham lado a lado”, afirmou.
Zema também citou a atuação do governo mineiro após os rompimentos das barragens de Mariana, em 2015, e Brumadinho, em 2019.
Ele disse que Minas Gerais aplicou “ as maiores multas da história, até mesmo da humanidade” contra empresas que poluíram e afirmou: “ Aqui em Minas, quem polui paga caro.
Existe o caminho correto, que é o que nós queremos fazer no Brasil “.
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