sábado, 15 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Lee Jae Myung pede diálogo com Coreia do Norte, acena ao Japão, mas cobra o passado

Veja ·
Lee Jae Myung pede diálogo com Coreia do Norte, acena ao Japão, mas cobra o passado

O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, aproveitou uma das datas mais simbólicas do calendário do país para defender uma nova tentativa de diálogo com a Coreia do Norte e, ao mesmo tempo, deixar claro que pretende manter a aproximação com o Japão.

No discurso pelo 81º aniversário do Dia da Libertação, neste sábado, 15, em Seul, Lee tratou de duas relações que carregam algumas das feridas mais profundas da história coreana: a divisão da península e os 35 anos de domínio colonial japonês.

Diante do público reunido no Centro Sejong, o presidente afirmou que Seul e Pyongyang precisam voltar à mesa de negociações e propôs que as partes envolvidas discutam o fim formal da Guerra da Coreia.

O conflito, travado entre 1950 e 1953, terminou com um armistício, e não com um tratado de paz. + Festival coreano leva Gaho, tradição e mais de 100 mil pessoas ao Bom Retiro “Espero que o Sul e o Norte possam sentar-se juntos para buscar a coexistência pacífica e o crescimento compartilhado.

Em vez de uma concessão, isso marcaria o início da coexistência”, disse Lee.

Continua após a publicidade O presidente defendeu a substituição do atual armistício por um regime de paz e afirmou que a retomada das conversas também poderia abrir espaço para negociações sobre o programa nuclear norte-coreano.

“Deixemos de lado as intenções de ameaçar uns aos outros e iniciemos um diálogo entre as partes diretamente envolvidas, a fim de concluir esta longa guerra”, afirmou.

“Por esse diálogo, também poderemos conceber formas eficazes de conter os avanços das capacidades nucleares da Coreia do Norte.” Continua após a publicidade Lee resumiu sua posição em uma frase: “A coexistência pacífica na Península Coreana é um dever, não uma escolha”.

A proposta faz parte da tentativa de seu governo de reduzir a hostilidade entre as duas Coreias e restabelecer canais de negociação com Pyongyang.

No mesmo discurso, o presidente dedicou boa parte de sua fala ao Japão.

A escolha não foi casual.

O Dia da Libertação lembra o fim da ocupação japonesa da Península Coreana, que durou de 1910 a 1945 e deixou questões históricas ainda presentes na relação entre os dois países.

Continua após a publicidade Lee afirmou que Coreia do Sul e Japão conseguiram ampliar a confiança no último ano e citou a cooperação nas áreas de cadeias de suprimentos, energia e indústrias avançadas, além dos intercâmbios entre jovens.

“Guiado por uma diplomacia pragmática centrada nos interesses nacionais, o meu governo continuará a expandir os horizontes da cooperação na busca dos nossos interesses comuns”, declarou.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›