terça-feira, 13 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Estimulação cerebral aliada à educação nutricional reduz desejo por comida em mulheres com obesidade› FAPESP assina carta de intenções com ministério da Baviera para ampliar cooperação científica› Saúde precária e pobreza formam ciclo que perpetua desigualdades em favelas› Sucesso da IA na indústria depende da união entre tecnologia e chão de fábrica› ICMC-USP tem vaga de pós-doutorado em engenharia de software e IA› Bioinformática na selva da inteligência artificial› Ciência no Cinema: Twister› VW Gol é furtado no centro de Apucarana e recuperado; veja flagrante› GCM e agentes de trânsito de Apucarana distribuem mais de 100 quilos de doces no Dia das Crianças› Cirurgia do papa Leão 14 foi um sucesso, diz Vaticano› Estimulação cerebral aliada à educação nutricional reduz desejo por comida em mulheres com obesidade› FAPESP assina carta de intenções com ministério da Baviera para ampliar cooperação científica› Saúde precária e pobreza formam ciclo que perpetua desigualdades em favelas› Sucesso da IA na indústria depende da união entre tecnologia e chão de fábrica› ICMC-USP tem vaga de pós-doutorado em engenharia de software e IA› Bioinformática na selva da inteligência artificial› Ciência no Cinema: Twister› VW Gol é furtado no centro de Apucarana e recuperado; veja flagrante› GCM e agentes de trânsito de Apucarana distribuem mais de 100 quilos de doces no Dia das Crianças› Cirurgia do papa Leão 14 foi um sucesso, diz Vaticano
Brasil

Entre a manteiga e o preconceito: o pão merece um julgamento mais justo, diz nutróloga

Bem Paraná ·

Poucos alimentos carregam tanta fama negativa quanto o pãozinho de todo dia.

Ele já foi acusado de engordar, inflamar, inchar e sabotar dietas.

Entre uma tendência e outra, o pão vai sendo cortado do café da manhã, trocado por versões “fit” ou tratado como uma escorregada que exige compensação no resto do dia.

Mas, para a nutróloga Fabiana Roloff, docente do curso de Medicina da Afya Centro Universitário de Pato Branco, a pergunta está mal formulada.

“O pão não é o vilão da história.

Quando a gente escolhe um único alimento para culpar, deixa de olhar para o que realmente importa: o conjunto da alimentação, a rotina e o modo como a pessoa se relaciona com a comida”, afirma a professora Fabiana.

A data não poderia ser mais apropriada para a conversa.

O Dia Mundial da Alimentação, lembrado em 16 de outubro, foi instituído pela FAO, a agência da ONU para alimentação e agricultura, e costuma ser um convite a refletir não só sobre acesso a alimentos, mas sobre a qualidade do que chega ao prato.

Os carboidratos, por exemplo, são a principal fonte de energia do organismo e o combustível preferencial do cérebro.

Estão presentes em frutas, grãos, raízes, tubérculos e leguminosas, além, claro, do pão.

Ainda assim, nas últimas décadas, o nutriente virou sinônimo de problema em dietas da moda.

“Cortar carboidrato por completo raramente é a solução.

O que muda o resultado é a qualidade da fonte e a quantidade que cabe na rotina de cada pessoa, considerando idade, nível de atividade física, condições de saúde e objetivos”, explica a nutróloga.

Segundo ela, tratar o nutriente como bloco único é o primeiro erro.

Ler a notícia completa no Bem Paraná ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.

Mais de Bem Paraná

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›