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Brasil

Insegurança preocupa mais o brasileiro do que corrupção

Correio Braziliense ·
Insegurança preocupa mais o brasileiro do que corrupção

A insegurança provocada pela criminalidade é a principal preocupação dos brasileiros.

Pesquisa realizada pela Quaest, em parceria com a Pax, uma empresa brasileira de inteligência artificial para segurança pública, aponta que, na visão dos cidadãos, a violência é o maior problema do país.

A Pesquisa Nacional de Segurança e Tecnologia aponta que o tema é prioridade para 28% dos entrevistados, à frente da corrupção (22%), da economia (19%) e da saúde (15%).

Segundo a pesquisa, há forte percepção de agravamento da criminalidade, pois 70% afirmam que a violência aumentou muito nos últimos dois anos — outros 9% afirmam que aumentou um pouco, mas, para 15%, a situação ficou igual.

Apenas 5% percebem alguma redução — 4% dizem que diminuiu um pouco e 1%, que diminuiu muito.

O levantamento perguntou aos entrevistados sobre o que "sabem ou ouvem falar" a respeito da violência no período.

Entre aqueles que acreditam que aumentou, 73% atribuem a percepção tanto ao aumento do número de crimes quanto ao fato de os delitos terem ficado mais violentos.

Outros 14% dizem que ocorreram mais crimes, enquanto 12% consideram que ficaram mais violentos.

A percepção de aumento da violência vem acompanhada de uma avaliação negativa sobre a punição aos criminosos.

Sessenta e sete por cento dizem que a punição tem sido menor nos últimos anos, contra 22% que consideram que ela aumentou.

Outros 11% não souberam ou não responderam.

A pesquisa também aponta para uma possível resposta tecnológica ao problema.

Oitenta e seis por cento dos entrevistados são favoráveis ao uso de ferramentas de inteligência artificial (IA) na segurança pública, sendo 60% totalmente favoráveis e 26% mais favoráveis do que contrários.

Apenas 9% se posicionaram contra, 5% totalmente contra e 4% mais contra que favoráveis.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.correiobraziliense.com.br — o conteúdo pertence a Correio Braziliense.

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