Instrutor de jiu-jítsu morto em aula era PM e tinha caso extraconjugal
Um policial militar e instrutor de jiu-jitsu , identificado como Renato Oliveira Aragão, foi morto a tiros enquanto realizava uma de suas aulas, em Várzea Grande, no Mato Grosso.
O PM (Policial Militar) foi morto em 4 de agosto , mas a Polícia Civil concluiu o inquérito na última sexta-feira (14).
De acordo com as investigações da corporação, um homem de 33 anos foi quem efetuou os disparos, a arma pertencia ao autor do crime , mas o objeto estava irregular há vários anos.
A polícia afirma que, apesar do homem ter optado pelo silêncio durante o interrogatório, todas as informações obtidas nas investigações confirmaram sua autoria.
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O suspeito foi indiciado por homicídio qualificado pelo emprego de meio cruel e recurso que dificultou ou tornou impossível a defesa da vítima, com previsão de pena que varia de 12 a 30 anos de reclusão .
O investigado foi preso em flagrante logo após o crime e conduzido à DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa), tendo posteriormente a prisão convertida em preventiva pelo Poder Judiciário.
A polícia civil afirma que está esperando os resultados dos laudos que envolvem a arma usada no crime e outros complementares.
O investigado segue preso preventivamente e o inquérito foi remetido ao Poder Judiciário onde ficará à disposição do Ministério Público para análise e possível oferecimento de denúncia. *Sob supervisão de AR.
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