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Economia

Vibe coding não matou o CRM. Mas a barra subiu

Startups.com.br ·
Vibe coding não matou o CRM. Mas a barra subiu

Matheus Pagani, cofundador e CEO da Ploomes, é o convidado do Podcast MVP 119 | Foto: Startups A Ploomes perdeu clientes que decidiram montar o próprio CRM com vibe coding e cancelaram a assinatura.

Alguns já voltaram.

O motivo da volta diz mais sobre o setor do que a saída: quando o sistema quebra, alguém precisa consertar, e não há ninguém do outro lado.

Só que o recado do cofundador e CEO Matheus Pagani não é de alívio.

“A barra subiu”, resume o executivo.

No novo episódio do podcast MVP, o empreendedor sustenta uma tese menos apocalíptica do que o debate do momento sugere, mas nada confortável: o CRM de funil e cadastro acabou.

“O CRM básico, funil de vendas, cadastro de cliente, tarefas e histórico, isso vai ficar para trás”, diz.

O que fica de pé é o que está atrás da tela.

“O CRM está tomando esse formato de cada vez mais ser uma inteligência muito forte de dados.

Não é nem dado que o pessoal está chamando, é contexto”, ilustra o CEO.

Matheus não compra a ideia do SaaSpocalypse , termo que virou moda para descrever o fim do software por assinatura diante da IA generativa.

“Eu não acredito nisso, mas eu entendo que a barra sobe muito e está forçando todo mundo a evoluir muito mais rápido do que antes.” A pressão, segundo ele, mudou de natureza: não basta ter a funcionalidade, é preciso implementar mais rápido, mais fácil e com autonomia para o cliente fazer sozinho.

“Se não tiver velocidade, se demora tanto para configurar, tem quem vai pensar que vale a pena fazer em casa”.

Retomando o “founder mode” A mudança de cenário também bateu na gestão.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em startups.com.br — o conteúdo pertence a Startups.com.br.

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