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Transtornos alimentares: conheça os principais tipos e fatores de risco

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Transtornos alimentares: conheça os principais tipos e fatores de risco

Muito já se falou sobre transtornos alimentares como anorexia e bulimia e o assunto segue atual.

Hoje, esses quadros atingem entre 1% e 3% da população, impactando a relação com a comida de muita gente, principalmente mulheres.

O tema foi assunto do “CNN Sinais Vitais – Dr.

Kalil Entrevista” de sábado (8).

No episódio, Dr.

Roberto Kalil conversa com o psiquiatra Fábio Salzano, coordenador do Ambulim do Hospital das Clínicas da FMUSP, e a nutricionista Andrea Vargas, do mesmo ambulatório.

Leia Mais Transtorno bipolar atinge 3% da população, explicam médicos à Dr.

Kalil Saúde mental hoje têm desafios muito diferentes do que há 30 anos Por que ficamos irritados ao sentir fome? Estudo investiga motivos Salzano diferenciou que existem quatro tipos mais comuns de transtornos alimentares: Anorexia nervosa: quando a pessoa se priva de comer para emagrecer; Bulimia nervosa: em que episódios de alimentação exagerada se intercalam com momentos de purgação, seja vomitando, tomando laxantes ou abusando de exercícios, entre outros; Transtorno de compulsão alimentar: quando os episódios de alimentação exagerada ocorrem sem compensação; Transtorno alimentar restritivo evitativo: em que a pessoa não consegue comer por ter questões com a textura dos alimentos ou teme passar mal.

A anorexia nervosa não é o mais comum (acometendo 1% da população, enquanto a bulimia ocorre em 1,5% e a compulsão em 3%), mas é a mais mortal.

“É alguém que está em busca de emagrecer cada vez mais , mas não é um emagrecimento saudável.

Essa pessoa acaba ficando desnutrida, o que pode causar muito impacto na sua vida”, define o psiquiatra.

O que leva ao surgimento de um transtorno alimentar? Salzano começa explicando que não se conhece tão bem quais são as causas dos transtornos alimentares, mas sabe-se os pacientes com esses quadros possuem alterações nos neurotransmissores, e portanto, na atividade cerebral.

Mas, questões socioculturais tamb ém são importantes nesse desenvolvimento.

“Tem trabalhos emblemáticos mostr ando que populações que eram isoladas de modelos de beleza ocidentais, quando passam a ter contato com esses modelos, começou a ter essas alterações que levam a uma dieta restritiva , ao uso de laxantes, a querer fazer muita atividade física ”, descreve o psiquiatra.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

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