domingo, 20 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Bezos, Musk, Altman: quem estará no disputado jantar de Xi na Casa Branca Drones destroem US$ 6,4 bi em mercadorias da maior varejista online russa IA não está afetando apenas o número de empregos, mas como trabalhamos Como é o Jev, nova ferramenta de IA feita pelo cocriador do ChatGPT Medo de IA ser "destruidora de empregos" é global: o que mostram pesquisas CEO da Nvidia diz que IA tem '0% de chance' de acabar com o mundo até 2030 Ação acusa Anthropic, OpenAI, SpaceXAI e Google de combinarem freio à IA FMI diz à UE que IA pode elevar crescimento, mas aumentar tensões econômicas Anthropic e Accenture investirão US$ 2 bi para avaliar segurança de IA IA da Google hackeou três empresas durante testes Bezos, Musk, Altman: quem estará no disputado jantar de Xi na Casa Branca Drones destroem US$ 6,4 bi em mercadorias da maior varejista online russa IA não está afetando apenas o número de empregos, mas como trabalhamos Como é o Jev, nova ferramenta de IA feita pelo cocriador do ChatGPT Medo de IA ser "destruidora de empregos" é global: o que mostram pesquisas CEO da Nvidia diz que IA tem '0% de chance' de acabar com o mundo até 2030 Ação acusa Anthropic, OpenAI, SpaceXAI e Google de combinarem freio à IA FMI diz à UE que IA pode elevar crescimento, mas aumentar tensões econômicas Anthropic e Accenture investirão US$ 2 bi para avaliar segurança de IA IA da Google hackeou três empresas durante testes
Política

“Se eu fosse vivo… vivia”: filme com Conceição Evaristo no elenco vence Festival de Brasília

Brasil de Fato ·
“Se eu fosse vivo… vivia”: filme com Conceição Evaristo no elenco vence Festival de Brasília

A 59ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro encerrou sua programação neste sábado (19) com “Se eu fosse vivo… vivia”, consagrado como melhor longa-metragem pelo Júri Oficial. Ao todo, o festival reuniu cerca de 35 mil pessoas ao longo dos nove dias de exibição, além das atividades de oficinas, debates sobre políticas públicas e discotecagem.

Dirigido pelo mineiro André Novais Oliveira , o filme conta a história do casal Jacira (interpretada pela linguista e escritora Maria da Conceição Evaristo) e Gilberto (Norberto Novais Oliveira, pai do diretor), que vivem cinco décadas juntos em Contagem (MG), onde construíram sua história desde os anos 1970. Cinquenta anos depois, com Jacira internada, Gilberto passa a vivenciar experiências perturbadoras que o conduzem ao desconhecido. O diretor já havia recebido o Candango pela mesma categoria em 2018, com “Temporada”.

“Se eu fosse vivo… vivia” também recebeu menção honrosa do júri dada aos protagonistas. O prêmio recebido presencialmente por Norberto e Tainá Evaristo, sobrinha de Conceição, que interpreta Jacira na juventude.

Conceição Evaristo, que participou via telefone, agradeceu pela “confiança, que me fez atuar” e destacou que foi “um aprendizado muito grande, inclusive do ponto de vista emocional, viver essa personagem em uma relação amorosa que representa a fidelidade de uma família negra. Foi um aprendizado muito grande e, sem sombra de dúvidas, vai influir na minha literatura daqui pra frente”. O longa recebeu também o Prêmio Like, de R$ 50 mil em apoio de mídia.

O destaque da premiação entre os prêmios técnicos foi “Pequenas tragédias”, de Daniel Nolasco (GO), que recebeu cinco Candangos: melhor direção, melhor montagem, melhor trilha sonora e melhor ator, para Guilherme Théo, e melhor atriz coadjuvante, para Aivan. O filme também recebeu o Prêmio Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) de melhor longa-metragem.

O filme revisita a trajetória do próprio diretor após sua mudança para o Rio de Janeiro, em 2011, para cursar a faculdade. Dez anos depois, ao retornar a Catalão (GO), sua cidade natal, ele descobre que nenhum dos amigos LGBTQIAN+ com quem cresceu ainda vive ali. Alguns morreram, enquanto outros precisaram partir, revelando as marcas do tempo e das transformações vividas pelo grupo. Nolasco já havia lançado “Vento seco” em 2020, já considerado um clássico da arte queer recente.

Ao receber o troféu de melhor direção, Nolasco destacou que é resultado de políticas públicas, principalmente as de descentralização da produção. É isso, segundo ele, que tornou possível uma pessoa que nasceu na região rural de Catalão (GO), filho de uma costureira, trabalhar com cinema.

“É necessário e é um direito, para nós que estamos fora do eixo, em Goiás e no Centro-Oeste, acessar as condições financeiras para poder produzir filmes. Porque temos o direito de conseguir contar as nossas próprias narrativas e construir as nossas próprias imagens”, ressaltou Nolasco.

O músico e diretor do underground escatológico Gurcius Gewdner, nascido em Brasília e radicado em Joinville (SC) participou com o longa “Privadas de suas vidas”, co-dirigido por Gustavo Vinagre.

Ler a notícia completa no Brasil de Fato ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.brasildefato.com.br — o conteúdo pertence a Brasil de Fato.

Este assunto em outros veículos

Mais de Brasil de Fato

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›