segunda-feira, 26 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Excesso de treino afeta a regulação química do cérebro, mostra estudo› Nova chamada destinará R$ 21 milhões a pesquisas sobre plataformas digitais abertas› Boletim detalha criação de sistema digital para organizar o rastreamento de câncer no SUS› Idosos mais ativos têm volume cerebral preservado em áreas de memória e raciocínio› Chamada do CNPq vai apoiar projetos em saúde e computação› Atlantic Basin Conference on Chemistry› Streaming do Universo: quando o céu virou big data› Urgência e desconforto: os 3 futuros que Sam Altman prevê para a IA› Musk diz que SpaceX captou US$ 40 bi em dívida só para comprar GPUs› Microsoft está oferecendo planos de demissão voluntária a cerca de 60.000 funcionários, diz Business Insider› Excesso de treino afeta a regulação química do cérebro, mostra estudo› Nova chamada destinará R$ 21 milhões a pesquisas sobre plataformas digitais abertas› Boletim detalha criação de sistema digital para organizar o rastreamento de câncer no SUS› Idosos mais ativos têm volume cerebral preservado em áreas de memória e raciocínio› Chamada do CNPq vai apoiar projetos em saúde e computação› Atlantic Basin Conference on Chemistry› Streaming do Universo: quando o céu virou big data› Urgência e desconforto: os 3 futuros que Sam Altman prevê para a IA› Musk diz que SpaceX captou US$ 40 bi em dívida só para comprar GPUs› Microsoft está oferecendo planos de demissão voluntária a cerca de 60.000 funcionários, diz Business Insider
Últimas

Inquérito da ONU afirma que Israel continuou genocídio em Gaza após trégua

CNN Brasil ·
Inquérito da ONU afirma que Israel continuou genocídio em Gaza após trégua

A comissão da ONU (Organização das Nações Unidas) afirmou, em um relatório publicado nesta segunda-feira (26) que Israel continuou cometendo genocídio em Gaza após o cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, em outubro do ano passado.

O relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre o Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental, e Israel examinou as violações contra crianças palestinas do início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro de 2023, até setembro deste ano.

O relatório afirma que as autoridades israelenses continuaram cometendo “atos genocidas com a intenção genocida de destruir, no todo ou em parte, os palestinos em Gaza”, e que a situação também continuou se deteriorando na Cisjordânia ocupada.

Leia Mais ONU alerta para piora da violência de colonos israelenses na Cisjordânia Israel "continuará a neutralizar" ameaças da Faixa de Gaza, diz autoridade Israel continuará eliminando qualquer ameaça vinda de Gaza, diz autoridade Outro relatório da comissão, divulgado em setembro do ano passado, concluiu que Israel havia cometido genocídio em Gaza e que autoridades israelenses de alto escalão, incluindo o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, incitaram esses atos — acusações que Israel considerou escandalosas.

A missão israelense em Genebra afirmou que o último relatório faz parte de uma campanha de desinformação para demonizar o Estado de Israel.

“A tentativa de destruir o Estado judeu… continua até hoje por meio de esforços de atores como a Comissão de Inquérito da ONU para minar a legitimidade de Israel e negar seu direito fundamental de existir e se defender”, afirmou o embaixador Daniel Meron em comunicado.

Munição pesada A comissão constatou que as forças israelenses continuaram usando munições pesadas, drones, quadricópteros, artilharia e tiros de atiradores em áreas densamente povoadas durante o cessar-fogo em Gaza .

Segundo a comissão, a “Linha Amarela” — apresentada como uma demarcação temporária do cessar-fogo — está se estendendo cada vez mais para dentro de Gaza, tornando-se uma fronteira de fato, o que, segundo o relatório, reflete a expansão do controle territorial de Israel sobre Gaza.

Autoridades palestinas afirmam que mais de 74 mil pessoas foram mortas nos ataques de Israel a Gaza , iniciado após combatentes liderados pelo Hamas matarem cerca de 1.200 pessoas no sul de Israel em 7 de outubro de 2023.

Em seu relatório ao Conselho de Segurança da ONU, a comissão afirmou que a situação na Cisjordânia também se deteriorou drasticamente, com o número de palestinos mortos em ataques aéreos aumentando de seis entre 2008 e 6 de outubro de 2023 para 254 entre 7 de outubro de 2023 e 30 de setembro de 2026.

Ler a notícia completa no CNN Brasil ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

Mais de CNN Brasil

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›