Escola forma jovens contra o machismo e violência contra a mulher no interior de SP
Escola estadual forma jovens contra o machismo e violência contra a mulher em São Carlos Antes mesmo da vida adulta, estudantes da Escola Estadual Professor João Batista Gasparin, em São Carlos (SP), aprendem que respeito, igualdade de gênero e combate à violência contra a mulher também fazem parte da educação. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Além de integrar o tema às disciplinas, a unidade mantém o coletivo feminino "Extraordinárias", onde alunas promovem debates sobre saúde da mulher, autonomia financeira, representatividade, participação política e enfrentamento à violência de gênero.
As discussões também acontecem em tutorias, clubes juvenis e outras atividades do Programa Ensino Integral (PEI), criando espaços de diálogo e reflexão sobre machismo, direitos humanos e relações de respeito.
O objetivo é fazer com que os estudantes reconheçam diferentes formas de violência e levem esse aprendizado para além dos muros da escola. 📺 A EPTV, afiliada da TV Globo, exibe a série especial 'Dona Penha'.
Com 10 episódios, a produção é destaque de segunda a sexta-feira, do dia 3 ao dia 14 de agosto, no EPTV1.
As reportagens falam dos 20 anos da Lei Maria da Penha e o combate à violência contra mulher.
Alunos da escola Professor João Batista Gasparin, de São Carlos (SP), têm aulas sobre machismo e violência contra a mulher Reprodução EPTV Leia também: VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: 'Ele não destruiu só a vida dela, destruiu a nossa': a dor de famílias após feminicídios LEVANTAMENTO: Três cidades com mais feminicídios não têm Delegacia da Mulher no interior de SP; relembre casos MARIA DA PENHA: 'O que você fez para provocar?': professora agredida lembra humilhação e silenciamento antes da Lei Maria da Penha Não é não A estudante Nathaly Augusta Tomali resume um dos principais aprendizados do projeto.
"Não, é não.
Não tem por que ficar insistindo em uma coisa que ela não quer", disse.
O objetivo é formar jovens capazes de reconhecer comportamentos abusivos e construir relações mais respeitosas.
Para a estudante Brenda Sofia Miguel Meira, ainda é comum ver mulheres sendo diminuídas apenas por serem mulheres.
"Eu não fico calada, mas mesmo assim ainda fico com raiva.
Só diminuir a mulher, falar que ela não consegue fazer as coisas porque é mulher" ,comentou a aluna.
Estudantes da Escola Estadual Professor João Batista Gasparin, em São Carlos (SP), aprendem que respeito, igualdade de gênero e combate à violência contra a mulher Reprodução/EPTV Meninos contra o machismo e a violência Entre os meninos, as discussões também provocam mudanças de comportamento.
O estudante Henrique Cardoso da Silva afirma que, além de respeitar as mulheres, aprendeu que é preciso agir diante de situações de violência.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.