Liga reúne 400 meninas em PE e terá times indígenas e quilombolas de olho no legado da Copa de 2027
Arena de Pernambuco terá sete jogos na Copa do Mundo feminina A menos de um ano da Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil, Pernambuco recebe uma iniciativa voltada à inclusão e ao protagonismo de meninas por meio do futebol.
Entre os dias 17 e 20 de setembro, a Liga Social Joga Pra Elas vai reunir cerca de 400 atletas, entre 10 e 18 anos, no Centro Esportivo Santos Dumont, no Recife.
Copa do Mundo feminina tem inscrições abertas para voluntários Um dos destaques será a participação de equipes formadas por atletas indígenas e quilombolas, reunindo meninas de diferentes regiões e comunidades do estado.
A programação começa nos dias 17 e 18, com palestras, oficinas e atividades de formação.
Entre os temas estão saúde mental, violência contra a mulher e o legado da Copa do Mundo Feminina.
As participantes também terão acesso a serviços gratuitos de saúde, como fisioterapia, massoterapia e aferição de pressão e glicose.
Nos dias 19 e 20, acontece a competição de futebol.
As finais serão transmitidas ao vivo pelo canal da love.fútbol no YouTube.
A organização também fornecerá uniformes e alimentação para as atletas.
Evento feminino da ONG love.fútbol Divulgação/love.fútbol A iniciativa é liderada pela love.fútbol, em parceria com o Pazear e o Instituto Geração 4, e conta com financiamento da Common Goal.
O projeto busca utilizar o futebol como ferramenta de inclusão, formação e desenvolvimento para meninas. - Vamos falar de legado, mas a Liga também é sobre celebrar o trabalho que essas organizações já fazem há anos usando o futebol para a equidade de gênero.
Estamos nos organizando como uma rede global focada no desenvolvimento integral de meninas, garantindo o direito de acessarem e ocuparem os esportes e os espaços públicos de forma segura - afirmou Karina Paz, gerente de operações da love.fútbol.
A realização do evento também acontece em meio à preparação para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que terá Recife entre as cidades-sede.
A expectativa é que iniciativas voltadas à base contribuam para transformar a mobilização em torno do Mundial em um legado de longo prazo para o futebol feminino. - À medida que o Brasil se prepara para a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, essa é uma oportunidade de transformar toda a mobilização em torno do torneio em um legado duradouro, investindo no futebol desde a base e garantindo que mais meninas, em mais comunidades, tenham a oportunidade de fazer parte do futuro do futebol - afirmou Elvira González-Vallés Martínez, Head of Brand and Marketing da Common Goal.
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