Peixe, cuspe e quebra de pratos: as 5 tradições de casamento mais incomuns do mundo
Casar no Brasil é uma experiência com várias pequenas tradições: o noivo não ver a noiva com o vestido antes da cerimônia, a chuva de arroz na saída, as latinhas amarradas no parachoque, a entrada no hotel com a noiva sendo carregada, entre outros.
São acontecimentos que orbitam o evento principal e servem para dar um tempero maior à festa.
Ao redor do mundo, porém, existem tradições bem mais inusitadas.
Confira algumas delas: 1) Escócia - sujar os noivos Em algumas partes rurais da Escócia, um costume antigo ainda é mantido: encardir o noivo (e, às vezes, a noiva!) antes da cerimônia.
Amigos e familiares capturam a vítima e a cobrem com uma mistura de substâncias como melaço, farinha, ovos, feijão, fuligem e penas — todas difíceis de remover.
Depois, o casal imundo é levado em desfile pelas ruas.
A tradição, chamada por lá de “blackening”, é associada a uma espécie de prova de resistência antes do casamento.
2) Coreia do Sul - bater nos pés do noivo com um peixe A tradição, chamada de dongsangnye (동상례), é antiga e faz parte de rituais históricos.
Ela costumava acontecer quando o noivo visitava a casa dos pais da noiva pela primeira vez após o casamento.
Os amigos do noivo e os homens da família da noiva o amarravam para fazer perguntas difíceis e charadas.
Se o sujeito errasse ou demorasse a responder, eles batiam nos pés dele com bastões e peixe seco.
O uso do peixe seco (geralmente uma corvina-amarela desidratada, chamada gulbi) fazia sentido: ele é duro o suficiente para fazer barulho e assustar, mas não para machucar de verdade.
Hoje em dia, o Dongsangnye é incomum nos centros urbanos, mas ainda é praticado em algumas partes rurais em espírito de brincadeira.
3) Quênia - O pai cospe na noiva Os Maasai são um povo indígena que vive no sul do Quênia e no norte da Tanzânia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistagalileu.globo.com — o conteúdo pertence a Galileu.