Trump ameaça Irã com “derrota pesada” e aponta Estreito de Ormuz
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declara que pretende atingir o Irã “duramente” no plano econômico e sugere que o Estreito de Ormuz pode se tornar território norte-americano.
As afirmações foram feitas nesta sexta-feira (14), durante um evento no estado de Nova York Donald Trump ameaça Irã com sanções econômicas e propõe que o Estreito de Ormuz seja território dos EUA.
Presidente alega que o Irã sofreu “derrota pesada” e que os Estados Unidos impuseram um bloqueio à passagem marítima.
Em seu discurso, Trump também abordou a suposta redução da criminalidade e classificou o comunismo como “a maior ameaça da história”.
Durante o evento em Nova York, Trump disse que o Irã sofreu uma “derrota pesada” e que os Estados Unidos impuseram um bloqueio à passagem marítima.
“Depois de derrotar o Irã — que está sofrendo uma derrota pesada —, declararei muito em breve o Estreito de Ormuz território dos Estados Unidos”, afirmou o presidente, acrescentando que “nenhum navio passa a menos que nós queiramos”.
Trump endurece o tom contra o Irã O líder norte-americano também reiterou que os Estados Unidos não permitirão que Teerã desenvolva armas nucleares e enfatizou que as forças dos EUA ergueram uma “barreira de aço” na região.
Em outra declaração antes de participar do evento, Trump disse à Fox News que os Estados Unidos também pretendem exercer forte pressão econômica sobre o Irã.
Qual a importância do Estreito de Ormuz? O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo e possui importância estratégica para o Irã.
Após um ataque lançado em conjunto com Israel em 28 de fevereiro, os Estados Unidos permanecem em um impasse com Teerã sobre o local.
Em termos territoriais, o Estreito de Ormuz é dividido entre Irã e Omã.
No entanto, o direito internacional permite a passagem de navios e aeronaves estrangeiros por ser uma rota de navegação internacional e não permite que os EUA simplesmente tomem posse.
Outras declarações polêmicas do presidente Durante seu discurso, o republicano afirmou ainda que 2025 registrou “a maior redução da criminalidade violenta na história americana”.
Ele atribuiu a declaração a um novo Relatório Uniforme de Criminalidade divulgado pelo FBI.
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