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Julgamento do assassinato do rapper Tupac começa com alegações iniciais

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Julgamento do assassinato do rapper Tupac começa com alegações iniciais

As alegações iniciais do julgamento por homicídio relacionado à morte do rapper Tupac Shakur começaram na tarde desta segunda-feira (17).

Duane “Keffe D” Davis , de 63 anos, é acusado de liderar um grupo de homens para matar Tupac em uma troca de tiros de dentro de um carro, ocorrida em 1996, em Las Vegas.

A polícia informou, após a prisão de Davis em 2023, que ele era um suspeito de longa data no assassinato, mas que os investigadores não tinham provas admissíveis suficientes para indiciá-lo, até que ele começou a se incriminar em uma série de declarações públicas.

Líder de gangue planejou assassinato de Tupac, diz promotor ao júri Conheça as pessoas-chave no julgamento do assassinato de Tupac Jay-Z e Sean "Diddy": saiba como era a relação de amizade entre os dois “Vocês ficarão sabendo que, quando surgiu a oportunidade de retaliação, Duane Davis se certificou de que os atiradores estivessem armados e prontos para executar seu plano.

E, surpreendentemente, vocês ficarão sabendo disso pelo próprio Duane Davis”, disse o promotor Binu Palal, da Promotoria do condado de Clark, referindo-se a recentes declarações públicas de Davis que relembraram o caso.

O julgamento deve durar até seis semanas em um tribunal no centro de Las Vegas.

As sessões podem contar com o depoimento do cofundador da Death Row Records, Marion “Suge” Knight , um ex-magnata do rap que estava com Tupac na noite em que ele foi assassinado.

Atualmente, Knight cumpre uma pena de 28 anos de prisão por uma condenação não relacionada a homicídio culposo.

Um júri foi selecionado na semana passada.

A investigação do assassinato ficou paralisada por anos, mas a polícia afirmou que as declarações feitas por Davis a diversos veículos de mídia sobre seu envolvimento na troca de tiros trouxeram o caso à tona.

Davis disse em entrevistas e em seu livro de memórias de 2019, “ Compton Street Legend ”, que estava no banco do passageiro da frente do carro em que os tiros contra Tupac foram disparados, além de que ele havia entregado a arma a um dos dois homens sentados no banco de trás, segundo a polícia.

Mas nem o relato de Davis nem as autoridades revelaram quem disparou contra Tupac.

Os outros três homens que estavam no carro com Davis já morreram. *com informações da Reuters Veja gangues da América Latina que EUA consideram terroristas

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

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