Justiça libera, mas Rey Vaqueiro cancela shows no Piauí após incidente com avião no RN
MPPI ajuizou uma Ação Civil Pública pedindo a suspensão do show do cantor Rey Vaqueiro, contratado por R$ 500 mil pela Prefeitura de Cabeceiras do Piauí Reprodução O cantor Rey Vaqueiro anunciou nas redes sociais o cancelamento de todos os shows previstos até 21 de setembro após o incidente com o avião em que estava, ocorrido no domingo (13), no Rio Grande do Norte.
O Ministério Público havia pedido a suspensão do show em Cabeceiras do Piauí devido ao valor sobrado, a Justiça chegou a liberar a apresentação, mas o cantor cancelou dois eventos marcados no Piauí para sexta-feira (19).
O artista também participaria de um evento em Teresina, que foi suspenso. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Agora no g1 Em nota, a Prefeitura de Cabeceiras do Piauí informou que recebeu o comunicado oficial do cantor e manifestou solidariedade a ele e à equipe. (Veja a nota ao final da reportagem.) O acidente aconteceu na madrugada de domingo (13), em Parelhas, na região do Seridó potiguar.
O jato executivo que transportava Rey Vaqueiro saiu da pista durante o pouso e pegou fogo.
O cantor tinha uma apresentação marcada na cidade.
Além do artista, estavam na aeronave outras cinco pessoas, além do piloto e do copiloto.
Ninguém ficou ferido.
Apesar de não haver feridos, a nota sobre os cancelamentos informou que a decisão foi tomada considerando, "acima de tudo, o bem-estar do artista e de toda a equipe envolvida no ocorrido".
MP pediu suspensão de show no Piauí; cachê supera em R$ 150 mil o maior valor O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI) ajuizou uma Ação Civil Pública pedindo a suspensão do show do cantor Rey Vaqueiro, contratado por R$ 500 mil pela Prefeitura de Cabeceiras do Piauí.
A apresentação está prevista para acontecer durante a tradicional Festa da Carnaúba, no sábado (19).
Segundo o MPPI, há indícios de possível sobrepreço na contratação.
De acordo com a Promotoria, outras prefeituras piauienses contrataram o artista entre 2025 e 2026 por valores que variaram de R$ 125 mil a R$ 350 mil.
O contrato firmado por Cabeceiras do Piauí teria superado em R$ 150 mil o maior valor identificado pelo órgão nos comparativos realizados.
A ação foi proposta pela 2ª Promotoria de Justiça de Barras, sob responsabilidade do promotor Roberto Monteiro Carvalho.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Piauí.