Abelhas africanizadas atacam moradores e colmeia de 'grandes proporções' é removida no litoral de SP
Colmeia foi retirada de forro em casa em Guarujá, SP.
Divulgação/Polícia Militar Uma colmeia de abelhas africanizadas (Apis mellifera) foi retirada do forro de uma casa em Guarujá, no litoral de São Paulo.
Segundo a prefeitura, o enxame já tinha atacado moradores e vizinhos.
O manejo emergencial foi realizado pelo Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Municipal na noite de quarta-feira (19).
A colmeia de 'grandes proporções' estava localizada no forro de um quarto da residência, na comunidade Prainha, no distrito de Vicente de Carvalho. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp.
De acordo com a administração municipal, a colmeia era extremamente populosa e ocupava uma área extensa.
Por isso, foi necessário remover parte da estrutura de PVC do imóvel para acessar o enxame.
O trabalho de retirada se estendeu por um longo período, mas ocorreu sem intercorrências.
Após o manejo, o enxame e a colmeia foram levados para uma área de mata no Morro do Icanhema, onde foram soltos.
Equipes do 21º Batalhão de Polícia Militar do Interior (21º BPM/I) realizaram a segurança do perímetro para permitir a atuação dos agentes ambientais, que retiraram os insetos de forma adequada.
Abelhas africanizadas Abelha africanizada Tim Higgs/iNaturalist Segundo o biólogo Eric Comin, as abelhas africanizadas são resultado do cruzamento entre abelhas africanas e europeias.
Elas são conhecidas pela reação mais intensa a ameaças, já que conseguem identificar vibrações e ruídos a mais de 30 metros do ninho.
O perigo não está em um veneno mais tóxico, mas na resposta coletiva do enxame.
Quando uma abelha pica, libera um feromônio de alarme que pode atrair centenas ou até milhares de outras para o ataque.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.