quinta-feira, 3 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Combinação de ômega-3 e ácido acetilsalicílico tem eficácia semelhante à de antibióticos contra periodontite grave O combate à ‘ciência colonial’ no fundo do mar Pesquisadores destacam a urgência de transformar dados científicos em políticas contra a poluição plástica O sertão que ainda se descobre Institutos Max Planck abrem oportunidades em diversas áreas Políticas de seleção para o ensino superior 1º Simpósio de Diversidade e Comunicação Grêmio e Internacional disputam vaga na semifinal da Copa do Brasil para encarar o Atlético-MG Song Yadong quebra o silêncio sobre polêmica com Usman Nurmagomedov no UFC China Muito mais que um 10 perfeito: Medina está de volta e o tetra está vivo Combinação de ômega-3 e ácido acetilsalicílico tem eficácia semelhante à de antibióticos contra periodontite grave O combate à ‘ciência colonial’ no fundo do mar Pesquisadores destacam a urgência de transformar dados científicos em políticas contra a poluição plástica O sertão que ainda se descobre Institutos Max Planck abrem oportunidades em diversas áreas Políticas de seleção para o ensino superior 1º Simpósio de Diversidade e Comunicação Grêmio e Internacional disputam vaga na semifinal da Copa do Brasil para encarar o Atlético-MG Song Yadong quebra o silêncio sobre polêmica com Usman Nurmagomedov no UFC China Muito mais que um 10 perfeito: Medina está de volta e o tetra está vivo
Últimas

A relação pouco conhecida entre estatinas e a memória

Veja ·
A relação pouco conhecida entre estatinas e a memória

Há doenças que anunciam sua chegada com estardalhaço e outras que se aproximam nas pontas dos pés.

A demência é dessas últimas.

Ela não acontece de um dia para o outro: vai se formando ao longo de décadas, silenciosa, muito antes de a primeira palavra escapar da memória ou de o caminho de casa parecer, de repente, desconhecido.

É justamente por causa desse tempo longo que a ciência tem deslocado sua atenção do tratamento — hoje, ainda, sem cura — para algo mais promissor: a prevenção, feita cedo, quando o cérebro ainda tem muito a preservar.

Foi nesse território que se debruçou um estudo dinamarquês apresentado no congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia e publicado na revista científica The Lancet Regional Health – Europe .

E ele traz uma pergunta elegante em sua simplicidade: para quem descobre diabetes tipo 2, o momento em que se começa a tomar estatina — aquele remédio já conhecido por baixar o colesterol e proteger o coração — faz diferença para o risco futuro de demência ? Continua após a publicidade Os números impressionam pela escala.

Os pesquisadores acompanharam 132.585 dinamarqueses que desenvolveram diabetes tipo 2 e que nunca haviam usado estatinas, seguindo-os por mais de sete anos, em média.

Usando os registros nacionais de saúde do país — de uma completude que faz inveja a qualquer sistema — dividiram as pessoas em três grupos: quem começou a estatina logo, no primeiro ano após o diagnóstico; quem começou mais tarde, entre um e cinco anos; e quem não começou.

Continua após a publicidade O padrão que emergiu tem uma lógica quase cronológica.

Entre os que não usaram estatina, o risco de desenvolver demência em dez anos foi de 3,9%.

Entre os que começaram tarde, 3,5%.

E entre os que começaram cedo, 3,3%.

Traduzindo em risco relativo: iniciar o remédio no primeiro ano associou-se a uma redução de 15% no risco de demência; começar mais tarde, a uma queda de 10%.

Quanto antes, portanto, melhor — como se houvesse uma janela de oportunidade que se fecha aos poucos.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›