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Os EUA unem forças com nação africana apoiada pela Rússia, hospedando aviões de guerra e drones russos em seis bases, ambos unindo contra um inimigo comum

O Antagonista ·
Os EUA unem forças com nação africana apoiada pela Rússia, hospedando aviões de guerra e drones russos em seis bases, ambos unindo contra um inimigo comum

A atividade integrou a edição de 2026 do Phoenix Express, exercício voltado à segurança marítima.

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Fuzileiros navais dos Estados Unidos e forças especiais navais líbias realizaram treinamentos táticos em cooperação militar em Bizerte , na Tunísia . A atividade integrou a edição de 2026 do Phoenix Express , exercício voltado à segurança marítima.

A operação ocorre apesar dos vínculos militares da Líbia com Moscou, tornando a aproximação com Washington particularmente relevante no cenário estratégico do Mediterrâneo.

O treinamento reúne diferentes forças para enfrentar problemas que afetam diretamente a circulação marítima e as rotas comerciais. Entre os principais desafios estão:

O exercício é organizado pelas Forças Navais dos EUA na África e conduzido pela Sexta Frota americana, com a Marinha da Tunísia como anfitriã.

⚓️ CASTING OFF: The at-sea phase of #PhoenixExpress 2026 is officially underway: https://t.co/nHKuKWES0y pic.twitter.com/VTIQuX2ZwF

A cooperação ganhou destaque porque a Líbia possui relações de defesa com a Rússia. Segundo a matéria original, agências de defesa americanas utilizam tecnologia avançada de satélites para acompanhar aeronaves e drones russos posicionados em seis bases líbias.

Além disso, autoridades italianas observaram recentemente um comboio militar russo transportando veículos blindados que chegou ao porto de Tobruk, no leste da Líbia.

Mesmo nesse ambiente, necessidades de segurança no Mediterrâneo levaram forças líbias e americanas a treinarem juntas.

O Phoenix Express 2026 não envolve apenas Estados Unidos, Líbia e Tunísia. O exercício reúne militares de diferentes países, criando uma ampla frente de cooperação marítima.

Segundo a publicação, o treinamento tem duração de 12 dias e busca ampliar a experiência internacional e reforçar a segurança das principais vias marítimas do Mediterrâneo.

A movimentação evidencia como países do Norte da África podem manter relações simultâneas com potências ocidentais e a Rússia enquanto priorizam seus próprios interesses de segurança.

A própria matéria cita o Egito como exemplo dessa estratégia, mantendo relações com Ocidente, China e Rússia.

No caso líbio, a participação no exercício mostra que vínculos militares com Moscou não impediram uma cooperação pontual com Washington diante de ameaças marítimas compartilhadas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.

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