A dor devastadora da perda de Camila
Camila, a Camiloca, a Cam, minha Joaninha, a menina entre meus quatro filhos, resolveu ir embora depois de sofrer muito com doenças adquiridas desde que, aos 6 anos, viu o avô paterno ser alvejado em assalto na porta de casa, e desenvolver uma porção de sequelas.
Disfunção de supra-renal, gordura em família longilínia, cirurgia bariátrica, compulsão, e neuropatia diabética.
Produziu na Conspiração Filmes, foi DJ de música brasileira, formou-se em psicologia, fez boa clientela, amigas e amigas em profusão, e nos deixou, aos 48 anos.
Não faço ideia de como será daqui para frente diante de tamanha agressão ao ciclo natural da vida.
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