Sônia Guajajara associa terremotos na América Latina à direita
A deputada federal e candidata à reeleição, Sônia Guajajara (Psol-SP), ex-ministra dos Povos Indígenas no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sugeriu uma relação entre terremotos recentes na Colômbia e na Venezuela e a ascensão da direita nos 2 países.
A declaração foi feita durante evento na 3ª feira (11.ago.2026), na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Eis a fala da deputada: “A gente viu esses dias o que aconteceu na Venezuela, o que aconteceu agora de um modo muito grave na Colômbia e, estranhamente, onde esses países foram ocupados por uma extrema-direita radical, aconteceram esses terremotos.
Eu não sei o que tem a ver uma coisa com a outra.
Mas está seguindo aí uma linha que a gente realmente precisa se atentar e cuidar, para poder não chegar aqui” .
Assista (40s): 📹 #vídeo Sônia Guajajara relaciona terremotos na Colômbia e Venezuela à direita 💬A deputada federal Sônia Guajajara (PSOL-SP), ex-ministra dos Povos Indígenas no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sugeriu uma relação entre terremotos recentes na Colômbia e na… pic.twitter.com/Cvlb77sJzG — Poder360 (@Poder360) August 14, 2026 Guajajara participava de um painel sobre racismo ambiental e justiça climática , ao lado da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PSB) e da deputada estadual Ediane Maria (Psol-SP).
Ao comentar os desastres, Guajajara insinuou uma conexão entre os tremores e o que chamou de ocupação dos países pela direita.
Ela não apresentou argumentos que sustentassem a relação.
O Poder360 procurou a assessoria de Sônia Guajajara, por aplicativo de mensagens, para perguntar se a deputada gostaria de se pronunciar sobre a declaração.
Não houve resposta até a publicação desta reportagem.
O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.
TERREMOTO NA COLÔMBIA Na 2ª feira (10.ago.2026), um terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia.
Segundo o balanço mais recente, 281 pessoas morreram em decorrência dos tremores.
Conforme a UNGRD (Unidade Nacional para a Gestão de Risco de Desastres, em português), 3.971 pessoas ficaram feridas, 379 estão desaparecidas e 348 foram resgatadas.
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