Aos 67 anos, palhaço que marcou gerações no Acre mantém paixão pelos palcos: 'É necessário fazer teatro'
Aos 67 anos, palhaço que marcou gerações no Acre mantém paixão pelos palcos No Acre, quem conhece o Palhaço Tenorino talvez nem saiba o nome de quem está por trás da maquiagem e do figurino.
Mas, é bem provável que alguma lembrança venha junto: uma festa de criança, uma apresentação, um aniversário ou até uma visita à escola.
Neste sábado (19), onde se comemora o Dia Nacional do Teatro, o g1 conta a história de Dinho Gonçalves que chegou ao Acre em 1981 e que encontrou no teatro um caminho que segue até hoje. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AC no WhatsApp Dos 67 anos de idade, o artista já soma 46 de trajetória nos palcos e, mesmo depois de tanto tempo, ainda fala sobre o teatro com a disposição de quem ainda tem muito para fazer.
Antes de virar uma figura conhecida pelo personagem que marcou gerações, Dinho precisou descobrir o que o palco significava para ele.
Segundo o artista, a paixão começou ainda em São Paulo, no fim dos anos 1970, quando ele insistiu com um professor de inglês para ter uma oportunidade no teatro. ''Eu nasci no estado de São Paulo e passei a infância e a juventude em Sorocaba, lá eu comecei a trabalhar ainda adolescente.
Lá pelos meus 19 anos, pedi várias vezes para um professor de inglês meu a chance de entrar no teatro.
Eu sempre fui bem gaiato [sic], e na época esse professor era diretor, e, mais tarde, se tornou dramaturgo, diretor e teórico do teatro brasileiro'', relembrou.
Dinho Gonçalves caracterizado como o Palhaço Tenorino, personagem que interpreta desde 1982 no Acre Teatro GPT/Instagram A oportunidade veio então em um curso de 300 horas.
Ao fim da formação, Dinho participou da montagem de Galileo Galilei, de Bertolt Brecht, e depois integrou outros dois espetáculos como: Arde, o Brasil e a Nossa Sina e Trampo e Gandaia.
As peças passaram por Sorocaba, outras cidades de São Paulo e também pelo Paraná.
A primeira experiência no palco ficou guardada na memória do artista de um jeito bem particular.
Conforme Dinho, foi quase um ano de ensaio até a estreia.
O público lotou a casa e terminou a apresentação de pé, com aplausos.
“Foi uma bela apresentação, um público excelente, teatro lotado, aplaudindo em pé, aquela loucura.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Acre.