PM: imagens não apontam "indícios de abordagem" a carro de Haddad
A Secretaria da Segurança Pública ( SSP ) afirmou não haver “indícios de abordagem” ao carro do candidato ao governo do estado Fernando Haddad (PT) na noite da última terça-feira (11/8).
Imagens de cerca de 40 câmeras privadas de residências e estabelecimentos foram analisadas e também “não apontaram interação de equipes policiais com o candidato ou membros da sua equipe”.
Haddad relatou ter tido o carro perseguido por viatura da PM quando voltava para casa, na zona sul de São Paulo, após agenda de campanha.
O petista classificou o episódio como “intimidador e agressivo”.
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Na quinta (13/8), foi aberto inquérito policial para apurar os fatos.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato à reeleição, confirmou a investigação.
“A polícia já observou as câmeras, já observou o movimento, as ruas, se entrou no hotel, se não entrou no hotel. [E vai] Chamar o motorista para prestar esclarecimentos, dessa vez de forma oficial e aí acompanhar o inquérito, para esclarecer tudo”, disse o governador a jornalistas na noite de quinta.
O secretário da Segurança Pública de SP, Oswaldo Nico Gonçalves, entrou em contato com Haddad para pedir detalhes do caso.
O motorista também teria sido ouvido informalmente.
Ao Metrópoles , o chefe da polícia paulista também revelou que os PMs haviam prendido três pessoas de quadrilha “quebra-vidros” na região.
Os suspeitos — um homem e dois adolescentes — haviam praticado crime e estariam em um veículo Nissan Kicks preto.
Acirramento na campanha O episódio da suposta abordagem denunciada provocou acirramento entre as campanhas de Haddad e Tarcísio na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes .
Fontes ligadas ao atual governador afirmaram ao Metrópoles que “não esperavam a agressividade de Haddad”.
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