Ibovespa opera estável de olho em discurso do presidente do Fed, o banco central dos EUA
Principal índice do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subia nos primeiros negócios nesta sexta-feira, 28, enquanto investidores aguardam o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Kevin Warsh , no simpósio de Jackson Hole.
O mercado financeiro está atento aos próximos movimentos da política monetária dos EUA, em um ambiente de pressão inflacionária e volatilidade no mercado de títulos da dívida americana.
O discurso está marcado para às 11h (horário de Brasília).
Por volta das 11h15, o Ibovespa cai 0,08%%, aos 174.998 pontos.
Empresas com maior peso no índice, a Petrobras sobre 0,84% e a Vale cai 0,81%.
Entre as ações mais negociadas nesta manhã, a maior alta é da Oncoclínicas (+4,35%), enquanto a varejista Magazine Luiza apresenta a maior queda (-4,13%).
A política monetária dos Estados Unidos continua tendo influência sobre os fluxos internacionais de capital.
Atualmente, os juros americanos estão entre 3,50% e 3,75%, nível que também pode afetar a entrada e a saída de recursos do Brasil e, consequentemente, o comportamento do câmbio .
Por volta das 11h30, o dólar sobe 0,78%, cotado a 5,20 reais.
A moeda americana encerrou a sessão de quinta-feira, 27, com alta de 0,21%, aos 5,16 reais.
Continua após a publicidade No Brasil, a Selic está em 14% ao ano, nível significativamente superior ao observado em economias como Estados Unidos.
Esse diferencial de juros vinha sendo considerado, nos últimos meses, um estímulo para a entrada de dólares no país.
Dados da B3 mostram que investidores não residentes registraram entradas líquidas em quatro sessões consecutivas até quarta-feira, 26, depois de uma retirada significativa de recursos ao longo de agosto.
Continua após a publicidade Os índices americanos S&P 500 e Nasdaq operaram próximos da estabilidade, com perdas de 0,03% e 0,07%, respectivamente por volta das 11h30.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.