Continuação de ‘Dirty Dancing’ irá homenagear Patrick Swayze sem uso de inteligência artificial
A continuação de Dirty Dancing (1987) promete prestar uma homenagem especial a Patrick Swayze ( Ghost: Do Outro Lado da Vida ), que protagonizou o clássico ao lado de Jennifer Grey ( Curtindo a Vida Adoidado ) e morreu em 2009, aos 57 anos, em decorrência de um câncer de pâncreas.
Segundo a produtora Nina Jacobson , o novo longa-metragem pretende reconhecer a ausência do ator e permitir que os fãs também vivenciem esse sentimento de perda, mas sem recorrer à inteligência artificial para recriar sua imagem.
Em entrevista ao IndieWire , durante o evento Future of Filmmaking 2026 Summit, realizado no último sábado (17), Jacobson explicou que encontrar uma maneira respeitosa de lidar com a ausência de Swayze é uma das principais preocupações da equipe criativa.
“ Essa é uma das coisas em que realmente precisamos nos concentrar: como permitir que as pessoas vivenciem o luto por ele dentro de um filme “, afirmou.
Em seguida, garantiu: “ E não se preocupem, não vamos trazê-lo de volta com inteligência artificial .” Anunciada oficialmente em 2022, a sequência contará com o retorno de Jennifer Grey ao papel de Frances “Baby” Houseman , personagem que conquistou o público no longa original.
Desta vez, a história será ambientada nos anos 1990 e acompanhará um novo romance protagonizado por atores mais jovens, cujos nomes ainda não foram revelados.
O projeto também segue sem um diretor anunciado.
Para Jacobson , o desafio não está apenas em revisitar personagens conhecidos, mas em recuperar a essência que transformou Dirty Dancing em um fenômeno cultural.
A produtora destacou a contribuição de Grey para o desenvolvimento da sequência, especialmente por sua compreensão sobre os motivos que fizeram a história permanecer relevante ao longo de quase quatro décadas.
“ Estamos tentando recuperar a sensação daquele filme original.
Poder contar uma história de amor jovem que assuma alguns daqueles riscos, mas também desperte os mesmos sentimentos, pareceu uma oportunidade incrível para nós “, explicou.
A produtora também chamou atenção para a ousadia do longa de 1987, que, apesar de frequentemente lembrado como um romance musical, abordava questões sociais delicadas, incluindo o aborto.
“ Lembro que, quando o vi pela primeira vez, parecia um entretenimento muito sofisticado.
Hoje, ele parece quase um filme independente.
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