Bruna Marquezine revela como a vida pessoal inspirou “Amor da Minha Vida”
A segunda temporada de “Amor da Minha Vida” chegou ao Disney+ na última sexta-feira (9), trazendo uma abordagem mais direta sobre saúde mental.
Em entrevista à CNN Brasil , o elenco compartilhou como vivências pessoais influenciaram a construção emocional dos personagens na nova leva de episódios.
Na trama, a personagem Bia (Bruna Marquezine), que aparentemente havia organizado partes importantes da vida profissional e amorosa, começa a perceber que isso não é suficiente para resolver questões internas.
O esgotamento emocional passa a afetar também sua relação com Victor (Sérgio Malheiros), aprofundando os conflitos da história.
Leia Mais "Amor da Minha Vida": elenco revela desafios de retornar para 2ª temporada "Amor da Minha Vida" volta mais madura e aprofunda saúde mental e relações Bruna Marquezine diz que se vê em "Amor da Minha Vida": "Tenho ansiedade" Personagens humanos e vulneráveis Rômulo Estrela, que passa a integrar o elenco nessa nova temporada , destacou que a primeira leva de episódios conquistou o público justamente por apresentar os conflitos de forma realista, sem romantizar as situações.
“Na primeira temporada, você olha esses dois personagens jovens experimentando coisas da vida e a identificação do público foi grande porque, de fato, foram apresentados todos os conflitos de uma maneira muito real, da maneira como acontece, sem a necessidade de tornar isso bonito”, afirmou.
Segundo ele, a segunda temporada é um convite para que o público acompanhe a evolução desses personagens e reflita sobre a imprevisibilidade da vida.
Experiências pessoais na construção da personagem Bruna Marquezine, a protagonista da série, revelou que levou experiências muito pessoais para a construção de sua personagem.
“Eu já tive depressão, eu lido com ansiedade , então para mim é muito importante não só representar isso, mas poder me ver de alguma forma”, declarou.
Ela contou que conseguiu, por meio da personagem Bia, digerir frustrações que viveu na própria vida, especialmente em relação à indústria e à carreira.
“Eu vivi muito nela mais nova”, acrescentou.
A atriz também expressou o desejo de que a série cumpra uma função de acolhimento para o público.
Segundo ela, ao acompanhar a jornada de Bia e de Victor, o espectador pode se enxergar nas situações retratadas e se sentir mais seguro para buscar ajuda ou conversar com alguém.
“No mínimo, que seja um lugar de acolhimento”, concluiu.
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