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Política

Flávio pede ao TSE que investigue sindicatos e casse chapa de Lula

Poder360 ·

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou na 4ª feira (14.out.2026) um pedido de investigação contra suposto financiamento de sindicatos à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A ação foi proposta pela campanha de Flávio junto ao Tribunal Superior Eleitoral e também pede a cassação da chapa do petista por abuso de poder econômico.

Os advogados do senador pedem que entidades e seus dirigentes “se abstenham de utilizar sedes, empregados, veículos, recursos financeiros, sítios, perfis institucionais, jornais, canais de mensageria e cadastros de filiados das entidades para a realização ou divulgação de propaganda” para favorecer Lula.

“As ordens se dirigem à estrutura das entidades, que a lei proíbe de participar da campanha, e são limitadas no tempo, até o fim do 2º turno” , diz o documento entregue ao TSE.

Os advogados de Flávio também afirmam que a lei proíbe candidatos de receber doação direta ou indireta de entidades sindicais.

No documento, a equipe do senador menciona uma declaração de Luiz Allan Kunzle , diretor administrativo da Associação dos Professores da UFPR (Universidade Federal do Paraná), durante um ato em apoio ao presidente Lula.

“Pelo sindicato nacional, estamos pondo dinheiro nos comitês em todos os Estados do Brasil, ou seja, as universidades vão ter recurso, os comitês locais, pela candidatura do Lula, estão tendo recurso do sindicato nacional” , declarou Kunzle na ocasião.

A defesa de Flávio pede que sejam investigadas 8 centrais sindicais e organizações sociais ligadas à esquerda, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e a UNE (União Nacional dos Estudantes).

Segundo o documento, essas entidades financiam a campanha de Lula à reeleição, atuando como comitês eleitorais ao mobilizarem, além de recursos financeiros, funcionários, estruturas físicas e canais de comunicação para favorecer o petista.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.

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