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EUA vão trocar porta-aviões no Oriente Médio após denúncias de que marinheiros tentaram pular no mar

G1 Mundo ·
EUA vão trocar porta-aviões no Oriente Médio após denúncias de que marinheiros tentaram pular no mar

Os porta-aviões USS Abraham Lincoln e um B-52H Stratofortress da Força Aérea dos Estados Unidos realizaram manobras conjuntas em junho de 2019 Brian M.

Wilbur/Forças Armadas dos EUA O governo dos Estados Unidos despachou o porta-aviões USS George Washington, baseado no Pacífico, para o Oriente Médio após surgirem na imprensa norte-americana relatos de dificuldades de abastecimento a bordo do USS Abraham Lincoln e marinheiros com problemas de saúde mental. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O USS Abraham Lincoln foi enviado ao Oriente Médio para apoiar a guerra dos EUA no Irã, e está há mais de 240 dias ininterruptos em serviço.

Ele iniciou sua missão em 21 de novembro, partindo de San Diego, e chegou à região em janeiro, antes do início do conflito, em 28 de fevereiro.

A extensão da missão aumentou as preocupações com o impacto sobre os militares que passam tanto tempo longe de casa, além de pressionar os navios da Marinha americana e seus equipamentos.

Embora as hostilidades entre Estados Unidos e Irã tenham diminuído nas últimas semanas, a Casa Branca voltou a impor um bloqueio aos portos iranianos no Estreito de Ormuz, e ainda não há previsão de quando a guerra será definitivamente encerrada.

Marinheiros de porta-aviões dos EUA tentaram pular no mar após 250 dias embarcados, diz jornal Agora no g1 O USS George Washington deixou o porto de Da Nang, no Vietnã, na semana passada, informou a Marinha dos EUA.

Desde então, o porta-aviões, acompanhado por um cruzador e um destróier, foi avistado cruzando o Estreito de Singapura.

O jornal The Wall Street Journal noticiou anteriormente que Washington substituirá o Lincoln como um dos dois porta-aviões atualmente estacionados no Oriente Médio.

Falta de comida, problemas de encanamento e de saúde mental Parlamentares democratas estão pedindo investigações, mais informações e maior transparência sobre as condições do porta-aviões, cujo retorno aos Estados Unidos estava inicialmente previsto para maio.

Quando surgiram os primeiros relatos de escassez de alimentos, em abril, a Marinha os rejeitou, classificando-os como "falsos".

Posteriormente, começaram a surgir relatos de problemas de saúde mental entre marinheiros do Lincoln.

Foto de arquivo: o porta-aviões USS Abraham Lincoln durante a operação Fúria Épica, de EUA e Israel contra o Irã.

Marina dos EUA/Divulgação via Reuters Em comunicado, a Marinha afirmou que "não observou aumento de pensamentos suicidas ou tentativas de suicídio a bordo", embora tenha se recusado a divulgar dados, alegando preocupações com a segurança operacional e a privacidade dos pacientes.

A instituição informou que um marinheiro caiu ao mar no início de agosto, mas foi rapidamente resgatado.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.

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