Lighthouse of Madness: como três curitibanos criaram um jogo 3D
Três amigos de Curitiba passaram anos trabalhando em um farol abandonado que só existia no computador.
O resultado foi Lighthouse of Madness, aventura de terror psicológico lançada para PC em outubro de 2026, depois de um desenvolvimento marcado por mudanças de direção e tentativas frustradas.
A produção mostra como pequenos estúdios precisam escolher cuidadosamente suas mecânicas.
Enquanto Treasure Bowl demo , da JDB Gaming, apresenta um jogo gratuito de demonstração com três posições, uma linha de pagamento e bônus que chegam a 1.800 vezes a aposta virtual, Lighthouse of Madness constrói sua experiência com exploração tridimensional, enigmas e suspense.
Tudo começou com uma game jam que deu errado A Flying Jack surgiu em Curitiba em 2017 e foi formalizada dois anos depois.
Seu trabalho inicial estava ligado a serviços de marketing digital, não ao desenvolvimento de grandes aventuras para computador.
Em 2019, os integrantes experimentaram criar um jogo de tabuleiro e participaram de uma game jam, evento em que equipes desenvolvem protótipos durante um período curto.
Nenhuma das tentativas terminou como planejado.
O jogo de tabuleiro não avançou.
O projeto digital também ficou inacabado, acompanhado de discussões e dificuldades para organizar o trabalho.
A experiência mostrou que entusiasmo não resolvia problemas de produção.
Era necessário definir responsabilidades, controlar o tamanho do projeto e compreender quanto tempo cada tarefa realmente consumia.
Em 2020, com a redução dos serviços comerciais durante a pandemia, os três decidiram investir em uma ideia própria.
O projeto que surgiria dali ocuparia os cinco anos seguintes.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.