Minissérie da Netflix com 86% de aprovação para sua segunda (26/10)
O começo da semana não precisa significar o fim do tempo para boas histórias.
Para quem quer aproveitar a segunda-feira, 26, com uma produção envolvente, a Netflix esconde uma minissérie que merece ser redescoberta.
Lançada em 2024, Ripley aposta em crimes, manipulações e tensão psicológica para prender a atenção sem depender de reviravoltas constantes.
Com um elenco de peso e uma estética marcante, a produção é uma alternativa para quem procura um suspense sofisticado para acompanhar ao longo da semana.
Estrelada por Andrew Scott, conhecido por seu trabalho em Fleabag, a minissérie adapta o romance O Talentoso Ripley, de Patricia Highsmith.
Com oito episódios, a produção conquistou a crítica e o público pela atuação do protagonista, pela fotografia em preto e branco e pela maneira gradual como desenvolve a tensão.Uma fraude que transforma a vida de Tom RipleyA história acompanha Tom Ripley (Andrew Scott), um homem habilidoso com mentiras e pequenos golpes que recebe uma oportunidade de mudar de vida.
Contratado para viajar à Itália e convencer Dickie Greenleaf (Johnny Flynn), filho de um homem rico, a retornar aos Estados Unidos, ele acaba se aproximando do jovem herdeiro e de seu estilo de vida privilegiado.O contato com esse universo desperta em Ripley o desejo de conquistar uma posição social que nunca teve.
Aos poucos, a missão inicial dá lugar a uma sequência de manipulações, fraudes e crimes que ameaçam revelar quem ele realmente é.A presença de Marge Sherwood (Dakota Fanning), companheira de Dickie, e de outras pessoas próximas ao herdeiro aumenta a pressão sobre o protagonista.
Enquanto tenta sustentar suas mentiras, Ripley precisa encontrar maneiras de escapar das suspeitas e impedir que seus planos desmoronem.A trama se desenvolve a partir dessa tensão constante entre a identidade que o personagem apresenta ao mundo e os crimes que comete para mantê-la.Fotografia em preto e branco cria atmosfera inquietanteUm dos aspectos mais marcantes de Ripley é sua escolha estética.
Dirigida e escrita por Steven Zaillian, a minissérie utiliza a fotografia em preto e branco para transformar as paisagens italianas em cenários de beleza e ameaça.Escadarias, construções históricas, ruas estreitas e vistas da costa ganham enquadramentos elaborados, que reforçam tanto a grandiosidade dos ambientes quanto a sensação de isolamento do protagonista.A decisão também diferencia a produção de outras adaptações da história.
O filme O Talentoso Ripley, de 1999, estrelado por Matt Damon, Jude Law e Philip Seymour Hoffman, ficou conhecido por sua ambientação colorida e ensolarada.
Na versão da Netflix, a atmosfera é mais sombria, distante e melancólica.A fotografia não funciona apenas como um recurso visual.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.